Muro que matou três estudantes da UMinho não tinha alicerces

Um perito em engenharia que testemunhou no julgamento relacionado com a morte de três estudantes da Universidade do Minho (UMinho), em 2014, após queda de um muro, afirmou ontem, no Tribunal de Braga, que o mesmo não tinha alicerces, mas sublinhou que “muito provavelmente” não teria derrocado “sem acção externa”. “Não parece razoável que tenha caído por ele próprio. O solo estava intacto, pelo que há uma possibilidade enorme de a derrocada ter resultado de uma acção externa”, referiu António Oliveira, professor da Universidade do Minho, que afirmou que a estrutura estava apenas “pousada” no solo.

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