Cancro do pulmão e tabaco: uma história com 60 anos
Faz hoje 60 anos que foi publicado o primeiro relatório sobre tabagismo, cuja responsabilidade foi do Conselho de Investigação Médica do Reino Unido.
Neste relatório é estabelecida, pela primeira vez, a relação entre o cancro do pulmão e o consumo de tabaco.
Em 60 anos, foram feitas muitas mudanças. Muitas alterações. Muitas leis. E foram muitos aqueles que deixaram de fumar...
Mesmo assim, o consumo do tabaco mata mais de sete milhões de pessoas por ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde e divulgados no Dia Mundial Sem Tabaco (31 de Maio).
O que significa que se têm de tomar medidas mais fortes e severas para, principalmente, proteger a saúde dos fumadores e dos não fumadores.
Portugal, neste capítulo, vai uns passos mais à frente nas restrições.
Mas mesmo assim, em todo o Mundo, os custos para particulares e para governos ultrapassa os 1.250 mil milhões de euros em despesas com saúde e perda de produtividade, o que representa 1,8% do Produto Interno Bruto mundial.
Mas este ano a Organização Mundial de Saúde foi mais longe e falou do impacto que tem o tabaco no ambiente. É que os resíduos que o tabaco deixa são o tipo de resíduos mais espalhados no mundo e contêm mais de sete mil produtos químicos tóxicos que envenenam o ambiente, incluindo agentes cancerígenos.
Ou seja: fumar faz mesmo mal. Há 60 anos, os britânicos descobriram que o tabaco e o cancro do pulmão estavam interligados. Hoje é dia de voltarmos a pensar no assunto e, se é fumador, aceite o conselho: deixe de fumar. É a melhor coisa que pode fazer. A si, à sua saúde, aos outros e à saúde dos outros.
Neste relatório é estabelecida, pela primeira vez, a relação entre o cancro do pulmão e o consumo de tabaco.
Em 60 anos, foram feitas muitas mudanças. Muitas alterações. Muitas leis. E foram muitos aqueles que deixaram de fumar...
Mesmo assim, o consumo do tabaco mata mais de sete milhões de pessoas por ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde e divulgados no Dia Mundial Sem Tabaco (31 de Maio).
O que significa que se têm de tomar medidas mais fortes e severas para, principalmente, proteger a saúde dos fumadores e dos não fumadores.
Portugal, neste capítulo, vai uns passos mais à frente nas restrições.
Mas mesmo assim, em todo o Mundo, os custos para particulares e para governos ultrapassa os 1.250 mil milhões de euros em despesas com saúde e perda de produtividade, o que representa 1,8% do Produto Interno Bruto mundial.
Mas este ano a Organização Mundial de Saúde foi mais longe e falou do impacto que tem o tabaco no ambiente. É que os resíduos que o tabaco deixa são o tipo de resíduos mais espalhados no mundo e contêm mais de sete mil produtos químicos tóxicos que envenenam o ambiente, incluindo agentes cancerígenos.
Ou seja: fumar faz mesmo mal. Há 60 anos, os britânicos descobriram que o tabaco e o cancro do pulmão estavam interligados. Hoje é dia de voltarmos a pensar no assunto e, se é fumador, aceite o conselho: deixe de fumar. É a melhor coisa que pode fazer. A si, à sua saúde, aos outros e à saúde dos outros.