Assaltantes da Junta de Barbeita começam a ser julgados em Setembro
Os três indivíduos acusados da autoria do assalto ocorrido em Maio do ano passado, na sede da Junta de Freguesia de Barbeita, em Monção, apoderando-se de um cofre, fazem parte do grupo de 16 arguidos que começam a ser julgados em Setembro próximo, no Tribunal Judicial de Braga.
Depois de partirem o canhão da fechadura da porta de acesso à sede da Junta de Freguesia de Barbeita, em Monção, os assaltantes estroncaram uma outra porta em metal, podendo então ter acesso ao interior das instalações e escolher o que lhes apeteceu.
Um cofre com 340 euros em dinheiro e uma moeda antiga em bronze, tudo no valor de 490 euros, foi o que os ladrões levaram consigo, segundo a acusação do Ministério Público.
O texto acusador resulta das investigações policiais levadas a cabo, delas resultando também a relação entre os suspeitos em matéria de actividade criminosa.
Joaquim A., de 27 anos, José S., de 44, e Júlio C., de 36 anos, apontados como protagonistas do assalto, afinal fazem parte de um grupo de indivíduos que, a esse nível, “trabalhavam” de forma concertada. Aqueles dois primeiros arguidos estão em prisão preventiva e o terceiro em prisão domiciliária.
Os três fazem parte, de facto, do grupo de 16 indivíduos que, a partir de 2 de Setembro próximo, começam a ser julgados por um colectivo da ex-Vara Mista do Tribunal Judicial de Braga, no âmbito de um processo com dez volumes e sete apensos estando, desde já, agendadas cinco sessões para o próximo mês de Setembro e para os dias 5 e 7 de Outubro.
Da série de actos praticados à margem da lei, os dois primeiros são acusados pelo Ministério Público da prática de dezenas de crimes de furto qualificado, alguns na forma tentada; o segundo co-arguido é também acusado da prática de um crime de detenção de arma proibida e um crime de tráfico de arma. Júlio é acusado de seis crimes de furto qualificado, três crimes de furto qualificado, na forma tentada, e um de furto simples.
Depois de partirem o canhão da fechadura da porta de acesso à sede da Junta de Freguesia de Barbeita, em Monção, os assaltantes estroncaram uma outra porta em metal, podendo então ter acesso ao interior das instalações e escolher o que lhes apeteceu.
Um cofre com 340 euros em dinheiro e uma moeda antiga em bronze, tudo no valor de 490 euros, foi o que os ladrões levaram consigo, segundo a acusação do Ministério Público.
O texto acusador resulta das investigações policiais levadas a cabo, delas resultando também a relação entre os suspeitos em matéria de actividade criminosa.
Joaquim A., de 27 anos, José S., de 44, e Júlio C., de 36 anos, apontados como protagonistas do assalto, afinal fazem parte de um grupo de indivíduos que, a esse nível, “trabalhavam” de forma concertada. Aqueles dois primeiros arguidos estão em prisão preventiva e o terceiro em prisão domiciliária.
Os três fazem parte, de facto, do grupo de 16 indivíduos que, a partir de 2 de Setembro próximo, começam a ser julgados por um colectivo da ex-Vara Mista do Tribunal Judicial de Braga, no âmbito de um processo com dez volumes e sete apensos estando, desde já, agendadas cinco sessões para o próximo mês de Setembro e para os dias 5 e 7 de Outubro.
Da série de actos praticados à margem da lei, os dois primeiros são acusados pelo Ministério Público da prática de dezenas de crimes de furto qualificado, alguns na forma tentada; o segundo co-arguido é também acusado da prática de um crime de detenção de arma proibida e um crime de tráfico de arma. Júlio é acusado de seis crimes de furto qualificado, três crimes de furto qualificado, na forma tentada, e um de furto simples.