Antigo navio-hospital ‘Gil Eannes’ pode acolher museu dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo
O antigo navio-hospital ‘Gil Eannes’ pode vir a acolher o museu de espólio dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
O museu deverá ocupar o espaço da antiga pousada de juventude, que se encontra encerrada desde 2013, estando a Fundação Gil Eannes a avaliar os custos da transformação necessária.
“Necessitamos de mais espaços de exposição no navio porque o nosso espólio tem vindo a crescer. Há também espólio dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo que precisa de áreas de musealização. Estamos a avaliar a utilizar da Pousada da Juventude como uma área expositiva”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, e também presidente da Fundação Gil Eannes.
José Maria Costa falava à margem da inauguração de uma nova rua criada no centro histórico da cidade no âmbito de um projecto de regeneração urbana, adiantou que “a decisão de não continuar com a pousada” e transformar o espaço numa nova área museológica dentro do navio “será tomada este ano”.
O espaço instalado nas antigas enfermarias do navio-museu foi desactivado em 2013. Na altura a Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude reservou uma decisão definitiva para um estudo de viabilidade sobre a rede de Pousadas de Juventude, operada pela Movijovem. A Câmara de Viana do Castelo chegou a equacionar a concessão a privados mas sem resultados.
O novo espaço museológico a criar na embarcação pretende dar visibilidade “ao espólio muito rico dos estaleiros que ainda não está a ser mostrado à população”, afirmou José Maria Costa.
O autarca explicou que o objectivo passa por criar “um centro de interpretação ligado à construção naval, visto que o Gil Eannes foi construído nos estaleiros. Gostaríamos de ter algum material exposto, dando nota do trabalho notável que os estaleiros fizeram na década de 50 do século passado”, revelou José Maria Costa.
Aquele espólio inclui de peças com valor histórico e patrimonial, desde desenhos e maquetas dos primeiros navios, passando por cartas, fotografias e ferramentas ilustrativas da evolução da construção naval.
O material foi transferido para o município na sequência do processo de extinção, em curso, dos estaleiros, sendo gerido pela fundação que gere o navio-museu. A pousada tem cerca de 60 camas instaladas nas antigas enfermarias do navio-hospital, ancorado há 18 anos na doca de Viana do Castelo e transformado em museu, por onde já passaram mais de 650 mil pessoas.
Em Novembro de 2014 abriu portas no navio o Centro de Mar que representou um investimento de 550 mil euros financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte 2007-2013, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional.
O projecto, que nasceu em 2008 no seio da extinta Valimar, associação de municípios do Vale do Lima e transitou para a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, começou por ser desenhado por Ernâni Lopes, enquanto fundador da Saer - Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco. O novo espaço está dotado, entre outras valências, de equipamentos multimédia, áreas de apoio ao empreendedorismo e economia náutica e diversas experiências audiovisuais interactivas. O navio foi ainda dotado de um percurso museológico e interpretativo sobre a cultura marítima de Viana do Castelo e de um Centro de Documentação Marítima.
O museu deverá ocupar o espaço da antiga pousada de juventude, que se encontra encerrada desde 2013, estando a Fundação Gil Eannes a avaliar os custos da transformação necessária.
“Necessitamos de mais espaços de exposição no navio porque o nosso espólio tem vindo a crescer. Há também espólio dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo que precisa de áreas de musealização. Estamos a avaliar a utilizar da Pousada da Juventude como uma área expositiva”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, e também presidente da Fundação Gil Eannes.
José Maria Costa falava à margem da inauguração de uma nova rua criada no centro histórico da cidade no âmbito de um projecto de regeneração urbana, adiantou que “a decisão de não continuar com a pousada” e transformar o espaço numa nova área museológica dentro do navio “será tomada este ano”.
O espaço instalado nas antigas enfermarias do navio-museu foi desactivado em 2013. Na altura a Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude reservou uma decisão definitiva para um estudo de viabilidade sobre a rede de Pousadas de Juventude, operada pela Movijovem. A Câmara de Viana do Castelo chegou a equacionar a concessão a privados mas sem resultados.
O novo espaço museológico a criar na embarcação pretende dar visibilidade “ao espólio muito rico dos estaleiros que ainda não está a ser mostrado à população”, afirmou José Maria Costa.
O autarca explicou que o objectivo passa por criar “um centro de interpretação ligado à construção naval, visto que o Gil Eannes foi construído nos estaleiros. Gostaríamos de ter algum material exposto, dando nota do trabalho notável que os estaleiros fizeram na década de 50 do século passado”, revelou José Maria Costa.
Aquele espólio inclui de peças com valor histórico e patrimonial, desde desenhos e maquetas dos primeiros navios, passando por cartas, fotografias e ferramentas ilustrativas da evolução da construção naval.
O material foi transferido para o município na sequência do processo de extinção, em curso, dos estaleiros, sendo gerido pela fundação que gere o navio-museu. A pousada tem cerca de 60 camas instaladas nas antigas enfermarias do navio-hospital, ancorado há 18 anos na doca de Viana do Castelo e transformado em museu, por onde já passaram mais de 650 mil pessoas.
Em Novembro de 2014 abriu portas no navio o Centro de Mar que representou um investimento de 550 mil euros financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte 2007-2013, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional.
O projecto, que nasceu em 2008 no seio da extinta Valimar, associação de municípios do Vale do Lima e transitou para a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, começou por ser desenhado por Ernâni Lopes, enquanto fundador da Saer - Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco. O novo espaço está dotado, entre outras valências, de equipamentos multimédia, áreas de apoio ao empreendedorismo e economia náutica e diversas experiências audiovisuais interactivas. O navio foi ainda dotado de um percurso museológico e interpretativo sobre a cultura marítima de Viana do Castelo e de um Centro de Documentação Marítima.