Mosteiro de Refojos apresenta-se à Unesco já em Setembro
O Mosteiro de S. Miguel de Refojos é o ex-libris de Cabeceiras de Basto e é precisamente na sua elevação a património mundial da UNESCO que o município e a população estão neste momento a trabalhar. China Pereira indica que a apresentação da candidatura intitulada ‘O Nosso Mosteiro’ deverá acontecer já durante este mês de Setembro e, entretanto, há pequenas intervenções que vão sendo feitas no monumento com vista à sua conservação.
Nos últimos tempos, o Município de Cabeceiras de Basto tem investido precisamente em trabalhos de limpeza e conservação do edificado, mais concretamente ao nível dos telhados, drenagem de águas pluviais, do zimbório e das torres do Mosteiro através das suas brigadas municipais, que têm estado também a executar nos últimos dias obras de beneficiação do Núcleo Museológico de Arte Sacra, na antiga sacristia do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.
Refira-se que o edificado do Mosteiro de S. Miguel de Refojos está subdividido por várias entidades: a Igreja é património do Estado, o Externato que pertence à Arquidiocese de Braga e a câmara municipal que pertence ao município.
“Temos que continuar a defender este nosso património que merece ser reconhecido universalmente e estes pequenos trabalhos que vamos fazendo são muito importantes para a preservação do mosteiro”, assinalou China Pereira, presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, apontando para os mais de 300 anos que o edifício conta.
“O mosteiro é o bem mais importante da nossa terra e este nosso projecto de o candidatar a património da Humanidade está a ter uma recepção calorosa por parte da comunidade cabeceirense”, garantiu o autarca, idicando que nos últimos 20 anos tanto a câmara, como a arquidicese, têm levado a cabo várias intervenções nos edifícios dos quais são responsáveis e também na igreja - um dos espaços mais visitados. As intervenções na igreja e a recuperação do órgão de tubos são exemplos dos investimentos feitos.
“Já no imediato temos aprovada já uma candidatura a fundos comunitários que nos vai permitir a recuperação de quatro altares da igreja, para além de um estudo geo-estrutural do edifício - o qual irá mais rigorosamente perceber quais as deficiências que urge corrigir o mais depressa possível”, apontou o presidente da Câmara de Cabeceiras de Basto. Estes são trabalhos que têm um orçamento disponível de 150 mil euros e que têm que estar concluídos até ao final de Junho do próximo ano.
Segundo o edil China Pereira, a candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos a património mundial tem como objectivo “a valorização deste importante património de Cabeceiras de Basto. Tem um valor transcendental e queremos que tenha o reconhecimento do mundo”.
O autarca indica, por outro lado, que “esta candidatura do mosteiro poderá possibilitar também a execução de um plano de preservação e conservação do edificado mais profundo, permitindo que este legado possa ser transmitido às gerações vindouras”. Mas não só. Para o município esta candidatura tem, ainda, a finalidade de incrementar o desenvolvimento sustentado de Cabeceiras de Basto através da potenciação do turismo.
O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto dá como exemplo o Porto - assinalando que desde que este foi elevado a património mundial tem sido um dos destinos de preferência dos turistas. “Cada vez mais vivemos num mundo global, mas a verdade é que as pessoas - os turistas - gostam de visitar outros locais distintos, onde as tradições, usos e costumes tenham sido preservados”, destacou o responsável.
O dossiê da candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos está já a ser preparado pormenorizada e detalhadamente por vários técnicos desde o ponto de vista histórico, arquitectónico e arqueológico, contando com o apoio científico das Universidades do Minho, de Trás-os-Montes e Alto Douro e ainda da Universidade do Porto, para que possa ser entregue já no próximo mês de Setembro.
“A candidatura será também apresentada publicamente em cabeceiras de Basto durante a Feira Quinhentista, que decorre entre os dias 3 e 5 de Outubro”, indicou o presidente da autarquia, China Pereira.
Nos últimos tempos, o Município de Cabeceiras de Basto tem investido precisamente em trabalhos de limpeza e conservação do edificado, mais concretamente ao nível dos telhados, drenagem de águas pluviais, do zimbório e das torres do Mosteiro através das suas brigadas municipais, que têm estado também a executar nos últimos dias obras de beneficiação do Núcleo Museológico de Arte Sacra, na antiga sacristia do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.
Refira-se que o edificado do Mosteiro de S. Miguel de Refojos está subdividido por várias entidades: a Igreja é património do Estado, o Externato que pertence à Arquidiocese de Braga e a câmara municipal que pertence ao município.
“Temos que continuar a defender este nosso património que merece ser reconhecido universalmente e estes pequenos trabalhos que vamos fazendo são muito importantes para a preservação do mosteiro”, assinalou China Pereira, presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, apontando para os mais de 300 anos que o edifício conta.
“O mosteiro é o bem mais importante da nossa terra e este nosso projecto de o candidatar a património da Humanidade está a ter uma recepção calorosa por parte da comunidade cabeceirense”, garantiu o autarca, idicando que nos últimos 20 anos tanto a câmara, como a arquidicese, têm levado a cabo várias intervenções nos edifícios dos quais são responsáveis e também na igreja - um dos espaços mais visitados. As intervenções na igreja e a recuperação do órgão de tubos são exemplos dos investimentos feitos.
“Já no imediato temos aprovada já uma candidatura a fundos comunitários que nos vai permitir a recuperação de quatro altares da igreja, para além de um estudo geo-estrutural do edifício - o qual irá mais rigorosamente perceber quais as deficiências que urge corrigir o mais depressa possível”, apontou o presidente da Câmara de Cabeceiras de Basto. Estes são trabalhos que têm um orçamento disponível de 150 mil euros e que têm que estar concluídos até ao final de Junho do próximo ano.
Segundo o edil China Pereira, a candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos a património mundial tem como objectivo “a valorização deste importante património de Cabeceiras de Basto. Tem um valor transcendental e queremos que tenha o reconhecimento do mundo”.
O autarca indica, por outro lado, que “esta candidatura do mosteiro poderá possibilitar também a execução de um plano de preservação e conservação do edificado mais profundo, permitindo que este legado possa ser transmitido às gerações vindouras”. Mas não só. Para o município esta candidatura tem, ainda, a finalidade de incrementar o desenvolvimento sustentado de Cabeceiras de Basto através da potenciação do turismo.
O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto dá como exemplo o Porto - assinalando que desde que este foi elevado a património mundial tem sido um dos destinos de preferência dos turistas. “Cada vez mais vivemos num mundo global, mas a verdade é que as pessoas - os turistas - gostam de visitar outros locais distintos, onde as tradições, usos e costumes tenham sido preservados”, destacou o responsável.
O dossiê da candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos está já a ser preparado pormenorizada e detalhadamente por vários técnicos desde o ponto de vista histórico, arquitectónico e arqueológico, contando com o apoio científico das Universidades do Minho, de Trás-os-Montes e Alto Douro e ainda da Universidade do Porto, para que possa ser entregue já no próximo mês de Setembro.
“A candidatura será também apresentada publicamente em cabeceiras de Basto durante a Feira Quinhentista, que decorre entre os dias 3 e 5 de Outubro”, indicou o presidente da autarquia, China Pereira.