Câmara disposta a pagar SAP em Celorico de Basto
A Administração Regional de Saúde do Norte decidiu fechar em Celorico de Basto o SAP, Serviço de Atendimento Permanente. A Câmara Municipal dispõe-se a suportar os custos do funcionamento nocturno, avaliados em 250 mil euros, para quatro utentes por noite.
O presidente da Câmara de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, adiantou ontem, em conferência de imprensa, ter manifestado à ARS do Norte a disponibilidade da autarquia para suportar os encargos da manutenção nocturna do Serviço de Atendimento Permanente (SAP).
O SAP nocturno de Celorico de Basto, que funciona no centro de saúde local e serve as populações deste concelho e do município vizinho de Mondim de Basto, encerrou ontem às 00:00, tendo a ARS/N assumido essa decisão com base no argumento de ter atendido apenas, em média, quatro utentes por noite.
Hospital de Amarante concluído este ano
Joaquim Mota e Silva disse já ter enviado à ARS/N uma carta, na qual a autarquia se disponibiliza para suportar os cerca de 250 mil euros anuais de encargos da manutenção nocturna do SAP até à conclusão do novo Hospital de Amarante, prevista ainda para 2011.
Ainda na terça-feira, a primeira reacção da Câmara Municipal, que, citada pela agência noticiosa Lusa, se disse apanhada de surpresa, foi anunciar a oposição à construção da barragem de Fridão.
Diferendos são antigos
A fonte revelou à Lusa que “a câmara não pode aceitar que, enquanto se negoceiam para o concelho contrapartidas à construção da barragem, o governo venha retirar ao concelho um serviço de saúde essencial para a população”.
São vários e antigos os diferendos que opõem a autarquia à administração central, nomeadamente o incumprimento pelo Estado dos protocolos que previam a construção da Variante do Tâmega até ao Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto) e a rectificação da estrada (EN101-4) que liga Celorico de Basto a Felgueiras.
Mais recentemente, o município de Celorico de Basto tem-se queixado de alegados incumprimentos da tutela no domínio da educação.
A autarquia lamenta que o Estado tenha conseguido através da concessão para a construção da barragem de Fridão cerca de 231,7 milhões de euros “e não tenha gasto um euro para compensar o concelho pelos fortes impactes ambientais” daquele aproveitamento hidroelétrico.
O presidente da Câmara de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, adiantou ontem, em conferência de imprensa, ter manifestado à ARS do Norte a disponibilidade da autarquia para suportar os encargos da manutenção nocturna do Serviço de Atendimento Permanente (SAP).
O SAP nocturno de Celorico de Basto, que funciona no centro de saúde local e serve as populações deste concelho e do município vizinho de Mondim de Basto, encerrou ontem às 00:00, tendo a ARS/N assumido essa decisão com base no argumento de ter atendido apenas, em média, quatro utentes por noite.
Hospital de Amarante concluído este ano
Joaquim Mota e Silva disse já ter enviado à ARS/N uma carta, na qual a autarquia se disponibiliza para suportar os cerca de 250 mil euros anuais de encargos da manutenção nocturna do SAP até à conclusão do novo Hospital de Amarante, prevista ainda para 2011.
Ainda na terça-feira, a primeira reacção da Câmara Municipal, que, citada pela agência noticiosa Lusa, se disse apanhada de surpresa, foi anunciar a oposição à construção da barragem de Fridão.
Diferendos são antigos
A fonte revelou à Lusa que “a câmara não pode aceitar que, enquanto se negoceiam para o concelho contrapartidas à construção da barragem, o governo venha retirar ao concelho um serviço de saúde essencial para a população”.
São vários e antigos os diferendos que opõem a autarquia à administração central, nomeadamente o incumprimento pelo Estado dos protocolos que previam a construção da Variante do Tâmega até ao Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto) e a rectificação da estrada (EN101-4) que liga Celorico de Basto a Felgueiras.
Mais recentemente, o município de Celorico de Basto tem-se queixado de alegados incumprimentos da tutela no domínio da educação.
A autarquia lamenta que o Estado tenha conseguido através da concessão para a construção da barragem de Fridão cerca de 231,7 milhões de euros “e não tenha gasto um euro para compensar o concelho pelos fortes impactes ambientais” daquele aproveitamento hidroelétrico.