Universidades: Portuguesa Inês Azevedo lidera centro de energia e clima em Carnegie Mellon
O novo Centro para a Análise de Decisão em Energia e Alterações Climáticas da Carnegie Mellon University (CMU) vai ser liderado pela portuguesa Inês Lima Azevedo, anunciou hoje a universidade norte-americana.
Para a investigadora portuguesa, o objetivo do novo centro é desenvolver “métodos inovadores para dar apoio aos parceiros”, consumidores e indústria, na tomada de “decisões importantes relacionadas com as alterações climáticas e com as progressivas alterações nos sistemas energéticos”.
O centro recebeu um fundo de investimento de seis milhões de dólares (4,4 milhões de euros) por um período de cinco anos e pretende colaborar com organizações públicas e privadas.
Deverá, nomeadamente, desenvolver estratégias de proteção dos ecossistemas marinhos, ameaçados pelas emissões de carbono.
O centro conta com a colaboração do investigador Granger Morgan, também da CMU, e de um conjunto de outros investigadores e profissionais nestas áreas, incluindo outras universidades norte-americanas.
Licenciada em Engenharia do Ambiente e mestre em Engenharia e Gestão de Tecnologia pelo Instituto Superior Técnico, Inês Lima Azevedo é também investigadora e professora no Departamento de Engenharia e Políticas Públicas (EPP) da CMU.
No âmbito do Programa Carnegie Mellon Portugal, que é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Inês Lima Azevedo é orientadora de alunos de doutoramento e tem estado ligada à investigação na área das redes energéticas “inteligentes”.
O programa CMU-Portugal tem um orçamento de 60 milhões de euros - metade direcionado para a universidade norte-americana e a restante para as congéneres portuguesas.
O modelo de continuidade do programa está atualmente em negociação.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Para a investigadora portuguesa, o objetivo do novo centro é desenvolver “métodos inovadores para dar apoio aos parceiros”, consumidores e indústria, na tomada de “decisões importantes relacionadas com as alterações climáticas e com as progressivas alterações nos sistemas energéticos”.
O centro recebeu um fundo de investimento de seis milhões de dólares (4,4 milhões de euros) por um período de cinco anos e pretende colaborar com organizações públicas e privadas.
Deverá, nomeadamente, desenvolver estratégias de proteção dos ecossistemas marinhos, ameaçados pelas emissões de carbono.
O centro conta com a colaboração do investigador Granger Morgan, também da CMU, e de um conjunto de outros investigadores e profissionais nestas áreas, incluindo outras universidades norte-americanas.
Licenciada em Engenharia do Ambiente e mestre em Engenharia e Gestão de Tecnologia pelo Instituto Superior Técnico, Inês Lima Azevedo é também investigadora e professora no Departamento de Engenharia e Políticas Públicas (EPP) da CMU.
No âmbito do Programa Carnegie Mellon Portugal, que é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Inês Lima Azevedo é orientadora de alunos de doutoramento e tem estado ligada à investigação na área das redes energéticas “inteligentes”.
O programa CMU-Portugal tem um orçamento de 60 milhões de euros - metade direcionado para a universidade norte-americana e a restante para as congéneres portuguesas.
O modelo de continuidade do programa está atualmente em negociação.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***