Montalegre: D. Ximenes Belo foi convidado especial das celebrações de Abril
O auditório municipal de Montalegre viveu uma noite memorável com a celebração dos 42 anos da ‘Revolução dos Cravos’. Houve música, poesia, teatro e a presença do Nobel da Paz de 1996, D. Ximenes Belo.
David Teixeira, vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre, refere que “esta noite foi mais uma vitória da liberdade. Tivemos aqui o prémio Nobel da Paz e alguns daqueles que lutaram e estiveram presos em Timor. Temos a cultura que nos trouxe estas memórias. Foi um espectáculo brilhante com a ‘prata da casa’ que nos apresentou uma mensagem muito importante: a revolução não acabou. Enquanto houver alguém a sofrer, oprimido e com fome a revolução tem que continuar”.
> O Prémio Nobel da Paz disse, na ocasião, que “dou graças a Deus pela oportunidade de poder estar na vossa terra. Fui convidado para participar no Colóquio da Lusofonia e no meu livro falo de um sacerdote açoriano que viveu 54 anos em Timor. Nesta data, espero que os jovens e as gerações futuras aprendam bem o que foi o 25 de Abril e aprendam o verdadeiro dom da liberdade. Essa liberdade é um dom de Deus e consiste em respeitar os outros, viver em tolerância e em democracia”.
“Em Timor a descolonização não decorreu a 100%, mas o povo português soube corrigir a história. Podemos dizer que uma das consequências do 25 de Abril foi de facto a formação de sete países de língua oficial portuguesa”.
David Teixeira, vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre, refere que “esta noite foi mais uma vitória da liberdade. Tivemos aqui o prémio Nobel da Paz e alguns daqueles que lutaram e estiveram presos em Timor. Temos a cultura que nos trouxe estas memórias. Foi um espectáculo brilhante com a ‘prata da casa’ que nos apresentou uma mensagem muito importante: a revolução não acabou. Enquanto houver alguém a sofrer, oprimido e com fome a revolução tem que continuar”.
> O Prémio Nobel da Paz disse, na ocasião, que “dou graças a Deus pela oportunidade de poder estar na vossa terra. Fui convidado para participar no Colóquio da Lusofonia e no meu livro falo de um sacerdote açoriano que viveu 54 anos em Timor. Nesta data, espero que os jovens e as gerações futuras aprendam bem o que foi o 25 de Abril e aprendam o verdadeiro dom da liberdade. Essa liberdade é um dom de Deus e consiste em respeitar os outros, viver em tolerância e em democracia”.
“Em Timor a descolonização não decorreu a 100%, mas o povo português soube corrigir a história. Podemos dizer que uma das consequências do 25 de Abril foi de facto a formação de sete países de língua oficial portuguesa”.