Erasmus+ ajuda a cimentar as bases de uma Europa de paz
Braga acolheu ontem as 24 instituições que se destacaram, em todo o país, pelas suas boas práticas na implementação do programa ‘Erasmus+’ e que foram premiadas numa cerimónia que, pela primeira vez em Portugal, juntou as agências Erasmus+ Educação e Formação e Erasmus+ Juventude em Acção.
Os secretários de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo, presidiram à entrega de prémios que aconteceu no Dia Internacional da Paz e teve como palco o salão medieval da Universidade do Minho.
O anfitrião, o reitor da Universidade do Minho, António Cunha, congratulou-se com a escolha desta universidade para a entrega de prémios e falou do Erasmus+ como “um dos programas mais bem conhecidos da construção europeia”, que se pauta pela “construção de relações”, sendo esse o caminho para “construir a Europa”.
A directora da Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação, Joana Mira Godinho, também vê neste programa “uma das pedras para a construção europeia, para a construção de uma sociedade do conhecimento, de um Europa pacífica, multicultural e inclusiva”.
O director da Agência Erasmus+ Juventude em Acção, Pedro Couto Soares, explicou que os prémios ontem entregues visam “valorizar o trabalho desenvolvido por várias instituições”.
Pedro Couto Soares revelou que 2016 fica marcado, desde já, pelo recorde de candidaturas submetidas ao Erasmus+, apontando que estão envolvidos mais de 30 mil jovens só na área da juventude e desporto.
E não é só a quantidade de projectos, é também a qualidade pois são cada vez melhores os projectos implementados no terreno, garante o director da Juventude em Acção.
Entre 2014 e 2020 é esperado que quatro milhões de pessoas beneficiem do programa Erasmus+ que arrancou há quase 30 anos.
Sobre os prémios de boas práticas ontem entregues, o secretário de Estado da Juventude e Desporto espera que inspirem e contagiem outras entidades para tirarem o máximo partido desta oportunidade”.
Fernanda Rollo vê no Erasmus+ uma “ferramenta de europeização” e assume que Portugal tem estado na linha da frente nesta área e faz parte dos primeiros dez países no que toca a atrair estudantes e lembra que os jovens que participaram em programas de mobilidade têm menos 50 por cento de desemprego.
Os secretários de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo, presidiram à entrega de prémios que aconteceu no Dia Internacional da Paz e teve como palco o salão medieval da Universidade do Minho.
O anfitrião, o reitor da Universidade do Minho, António Cunha, congratulou-se com a escolha desta universidade para a entrega de prémios e falou do Erasmus+ como “um dos programas mais bem conhecidos da construção europeia”, que se pauta pela “construção de relações”, sendo esse o caminho para “construir a Europa”.
A directora da Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação, Joana Mira Godinho, também vê neste programa “uma das pedras para a construção europeia, para a construção de uma sociedade do conhecimento, de um Europa pacífica, multicultural e inclusiva”.
O director da Agência Erasmus+ Juventude em Acção, Pedro Couto Soares, explicou que os prémios ontem entregues visam “valorizar o trabalho desenvolvido por várias instituições”.
Pedro Couto Soares revelou que 2016 fica marcado, desde já, pelo recorde de candidaturas submetidas ao Erasmus+, apontando que estão envolvidos mais de 30 mil jovens só na área da juventude e desporto.
E não é só a quantidade de projectos, é também a qualidade pois são cada vez melhores os projectos implementados no terreno, garante o director da Juventude em Acção.
Entre 2014 e 2020 é esperado que quatro milhões de pessoas beneficiem do programa Erasmus+ que arrancou há quase 30 anos.
Sobre os prémios de boas práticas ontem entregues, o secretário de Estado da Juventude e Desporto espera que inspirem e contagiem outras entidades para tirarem o máximo partido desta oportunidade”.
Fernanda Rollo vê no Erasmus+ uma “ferramenta de europeização” e assume que Portugal tem estado na linha da frente nesta área e faz parte dos primeiros dez países no que toca a atrair estudantes e lembra que os jovens que participaram em programas de mobilidade têm menos 50 por cento de desemprego.