Escolas ‘tiveram muita lata’ e venceram final
Os agrupamento de escolas Sá de Miranda, Carlos Amarante, D. Maria II e Alberto Sampaio venceram a final nacional do projecto ‘É preciso ter lata’, que se realizou ontem no Estádio Municipal de Braga. “Obrigada pelo empenho para que este evento fosse o melhor de sempre”, agradeceu a vereadora da Câmara Municipal de Braga, Sameiro Araújo, perante os representantes das 29 escolas que participaram no projecto.
Desenvolvido pela associação ‘Canstruction Portugal’, este ano em parceria com a Fundação Bracara Augusta e o Município de Braga, esta é uma causa ímpar contra a fome e, ao mesmo tempo, um concurso criativo interescolar de esculturas construídas integralmente com mais de 104 mil latas de alimentos. Os mais de 26 toneladas de enlatados angariados vão ser agora doados a 90 instituições de solidariedade social.”Este é um projecto que mobilizou muitos jovens associando a criatividade à solidariedade e mais importante que vencer o concurso é o que conseguiram angariar e tornar mais pessoas felizes”, concluiu a vereadora.
À fase final, chegaram para além dos quatro agrupamentos vencedores nas categorias de ‘Escultura com mais latas’ (Agrupamento de Escolas Sá de Miranda), ‘Melhor uso de rótulos’ (Agrupamento de Escolas Carlos Amarante), ‘Favorita do Júri’ (Agrupamento de Escolas D. Maria II) e ‘Melhor Estrutura’ (Agrupamento Escolas Alberto Sampaio), o Agrupamento de Escolas de Celeirós, o Agrupamento de Escolas de Real e o Externato Infante D. Henrique.
Entretanto, o Agrupamento de Escolas de Caranguejeira, Santa Catarina da Serra, venceu o prémio ‘Melhor refeição’ e a Escola Básica e Secundária de Velas, S. Jorge, nos Açores, ganhou uma menção honrosa.
O público pode escolher a melhor escultura no site do projecto ou presencialmente, no estádio municipal, até 1 de Abril.
O projecto chegou a Portugal em Março de 2013 pelas mãos de Dénis Conceição que, com Francisco Moreira, João Coutinho e Nuno Ferreira, adaptou e implementou o projecto no Agrupamento de Escolas de Fajões, instituição onde os quatro leccionavam.
A 1.ª edição contou com nove esculturas. No ano seguinte, a exposição contou com 20 esculturas e este ano chegaram às 29 esculturas. “Temos crescido de forma astronómica de ano para ano e o balanço é extremamente positivo”, assegurou Dénis Conceição, realçando também a “maior responsabilidade” que o projecto alcançou.
Desenvolvido pela associação ‘Canstruction Portugal’, este ano em parceria com a Fundação Bracara Augusta e o Município de Braga, esta é uma causa ímpar contra a fome e, ao mesmo tempo, um concurso criativo interescolar de esculturas construídas integralmente com mais de 104 mil latas de alimentos. Os mais de 26 toneladas de enlatados angariados vão ser agora doados a 90 instituições de solidariedade social.”Este é um projecto que mobilizou muitos jovens associando a criatividade à solidariedade e mais importante que vencer o concurso é o que conseguiram angariar e tornar mais pessoas felizes”, concluiu a vereadora.
À fase final, chegaram para além dos quatro agrupamentos vencedores nas categorias de ‘Escultura com mais latas’ (Agrupamento de Escolas Sá de Miranda), ‘Melhor uso de rótulos’ (Agrupamento de Escolas Carlos Amarante), ‘Favorita do Júri’ (Agrupamento de Escolas D. Maria II) e ‘Melhor Estrutura’ (Agrupamento Escolas Alberto Sampaio), o Agrupamento de Escolas de Celeirós, o Agrupamento de Escolas de Real e o Externato Infante D. Henrique.
Entretanto, o Agrupamento de Escolas de Caranguejeira, Santa Catarina da Serra, venceu o prémio ‘Melhor refeição’ e a Escola Básica e Secundária de Velas, S. Jorge, nos Açores, ganhou uma menção honrosa.
O público pode escolher a melhor escultura no site do projecto ou presencialmente, no estádio municipal, até 1 de Abril.
O projecto chegou a Portugal em Março de 2013 pelas mãos de Dénis Conceição que, com Francisco Moreira, João Coutinho e Nuno Ferreira, adaptou e implementou o projecto no Agrupamento de Escolas de Fajões, instituição onde os quatro leccionavam.
A 1.ª edição contou com nove esculturas. No ano seguinte, a exposição contou com 20 esculturas e este ano chegaram às 29 esculturas. “Temos crescido de forma astronómica de ano para ano e o balanço é extremamente positivo”, assegurou Dénis Conceição, realçando também a “maior responsabilidade” que o projecto alcançou.