Agrupamento Braga Oeste perdeu alunos no pré-escolar e 1.º ciclo
O Agrupamento de Escolas Braga Oeste - cuja sede é a EB 2,3 de Cabreiros - conta, neste início do ano lectivo, com cerca de menos meia centena de alunos face ao ano anterior. Se o ano passado a escola tinha perdido estudantes em praticamente todos os graus de ensino devido, sobretudo, à emigração e, em casos residuais, à deslocação para o centro da cidade, a realidade actual atinge especialmente o pré-escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico.
A emigração continua a ser uma das razões apontadas pela directora do agrupamento, Cândida Ferreira, para esta diminuição, mas não a a única. “Este foi o ano em que senti mais a diferença do número de alunos do pré-escolar. Baixaram bastante. Perdemos uma média de 20/30 alunos, o que é bastante. Consegui manter as mesmas turmas, mas tenho menos alunos dentro de cada turma”, revela Cândida Ferreira.
A dirigente escolar lembra um passado recente em que as escolas do agrupamento receberam várias crianças no pré-escolar. “A diferença é brutal. Esses alunos entraram agora no 1.º ciclo. Pensei: 2012 foi um ano complexo, de instabilidade política. Penso que devem ter nascido menos crianças. Há poucas crianças de três anos”, explica a responsável.
O agrupamento, que acolhe este ano 1002 estudantes, tem conhecido também uma grande movimentação de alunos, com entradas e saídas constantes: “há alunos que sem, outros que entram. Recebemos também alunos vindos do estrangeiro, cuja vida para os pais se tornou insustentável nesses países. Recebemos alunos também de outros agrupamentos. Temos este ano, inclusive, alunos do Alentejo. A movimentação este ano tem sido bem maior que o normal”, refere ainda a directora.
O Agrupamento Braga Oeste tem sofrido, ao longo dos últimos anos, as consequências de ser estar localizado na periferia. “Há uma tendência natural de movimento das populações para o centro”, atira Cândida Ferreira, justificando a fuga de alunos para as escolas centrais, facto que se verificou em anos anteriores. “Este ano não perdemos tantos alunos para o centro da cidade como, por exemplo, o ano passado. Este ano não entraram alunos, o que é diferente”.
A emigração continua a ser uma das razões apontadas pela directora do agrupamento, Cândida Ferreira, para esta diminuição, mas não a a única. “Este foi o ano em que senti mais a diferença do número de alunos do pré-escolar. Baixaram bastante. Perdemos uma média de 20/30 alunos, o que é bastante. Consegui manter as mesmas turmas, mas tenho menos alunos dentro de cada turma”, revela Cândida Ferreira.
A dirigente escolar lembra um passado recente em que as escolas do agrupamento receberam várias crianças no pré-escolar. “A diferença é brutal. Esses alunos entraram agora no 1.º ciclo. Pensei: 2012 foi um ano complexo, de instabilidade política. Penso que devem ter nascido menos crianças. Há poucas crianças de três anos”, explica a responsável.
O agrupamento, que acolhe este ano 1002 estudantes, tem conhecido também uma grande movimentação de alunos, com entradas e saídas constantes: “há alunos que sem, outros que entram. Recebemos também alunos vindos do estrangeiro, cuja vida para os pais se tornou insustentável nesses países. Recebemos alunos também de outros agrupamentos. Temos este ano, inclusive, alunos do Alentejo. A movimentação este ano tem sido bem maior que o normal”, refere ainda a directora.
O Agrupamento Braga Oeste tem sofrido, ao longo dos últimos anos, as consequências de ser estar localizado na periferia. “Há uma tendência natural de movimento das populações para o centro”, atira Cândida Ferreira, justificando a fuga de alunos para as escolas centrais, facto que se verificou em anos anteriores. “Este ano não perdemos tantos alunos para o centro da cidade como, por exemplo, o ano passado. Este ano não entraram alunos, o que é diferente”.