Governo e municípios do Alto Minho dão as mãos para requalificar escolas
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, deu ontem luz verde à requalificação de mais de uma dezena de escolas em vários concelhos do distrito de Viana do Castelo ao assinar acordos de colaboração com oito municípios que contemplam um investimento global de 19 milhões de euros, numa cerimónia que decorreu no Centro Cultural de Paredes de Coura.
Os acordos, os primeiros no país, foram assinados sob a égide da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho e enquadram-se no Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial Alto Minho 2020.
Em dia de abertura de ano lectivo, Tiago Brandão Rodrigues esteve na sua terra natal e mais que os milhões de euros preferiu apontar as 8056 razões para assinar os protocolos e que correspondem ao universo de alunos que frequentam as escolas que vão ser intervencionadas.
Aos alunos que já frequentam estas escolas, há que somar os milhares que por elas vão passar no futuro, mas também as famílias e a população de cada um dos municípios.
O ministro da tutela falou de escolas renovadas como “um grande presente que demos ao futuro” e “um convite para termos melhor educação no Alto Minho e em Portugal”.
Tiago Brandão Rodrigues elogiou os nove municípios - só Vila Nova de Cerveira não entrou no mapeamento e Ponte de Lima não assinou ontem protocolo por ausência forçada do presidente da Câmara - que foram capazes de trabalhar em conjunto em prol da educação e da convergência do território, unindo esforços com o Ministério da Educação. “Juntos tiramos do papel para este território 19 milhões de euros que muito melhoram o nosso sistema nacional de educação”.
Com os protocolos ontem assinados, e com os que vai assinar com mais 70 municípios e que ascendem a 200 milhões de euros, Tiago Brandão Rodrigues garante o cumprimento da “palavra do Governo” e cumpre o desejo dos autarcas de rápida aplicação dos fundos comunitários.
CIM do Alto Minho disponível para parcerias e projectos em prol do sucesso escolar
Num território onde os municípios têm apostado na educação como factor de desenvolvimento, os protocolos ontem assinados marcam um “dia muito importante” assinala o presidente da Comunidade Intermunicipal (CM) do Alto Minho, José Maria Costa.
O também presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que subscreveu o acordo com o Ministério da Educação para a requalificação de duas escolas no concelho, reafirmou a disponibilidade dos municípios do Alto Minho para serem parceiros do Ministério da Educação para “a criação de condições para escolas bem qualificadas e que possam premiar o mérito”.
José Maria Costa defende que “a escola pública tem que ter qualidade”.
Em relação às verbas do quadro comunitário, o presidente da CIM do Alto Minho realçou: “este é um esforço que todos estamos a fazer” e manifestou a expectativa de que possa haver, na reprogramação do próximo ano, mais verbas para as escolas porque há projectos”.
A disponibilidade das autarquias para trabalhar em parceria noutra linha de projectos vocacionados para o sucesso escolar. “Mais importante do que combater o insucesso, é preciso trabalhar para o sucesso” sustenta o presidente da CIM do Alto Minho, apontando o caminho para projectos inovadores e que mobilizem os alunos.
Educação pré-escolar é aposta grande da tutela
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, foi recebido ao som do folclore na visita que ontem realizou ao Centro Escolar de Crasto, em Ponte da Barca, e que assinalou o arranque do ano lectivo no concelho e no país.
As crianças que proporcionaram um momento mais folclórico ao ministro - que até pediu mais uma dança - integram o Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, um projecto que congrega seis dezenas de crianças desde o 1.º ciclo ao 12.º anos, mas também professores e funcionários.
Na visita ao Centro Escolar de Crasto, o ministro da tutela, acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Vassalo Abreu, realçou a “aposta grande na educação pré-escolar” e aos pais lembrou que “em um ou dois anos, nesta altura da vida delas, as crianças aprendem muitas coisas que vão ser ferramentas para o futuro”.
Desde os mais pequeninos que chegaram à ‘escola’, ontem, pela primeira vez, aos mais crescidos que o brindaram com poesia, Tiago Brandão Rodrigues quis conversar com todos.
Pela voz de Luana Silva, aluna que se prepara para frequentar o 7.º ano na escola-sede do Agrupamento, o ministro da Educação ficou a saber que os alunos têm um programa radiofónico semanal, numa parceria de há longos anos, com a Rádio local.
Depois de conhecer algumas das actividades do Centro Escolar de Crasto, que acolhe cerca de uma centena de alunos, e do Agrupamento, que passam por levar a filosofia às crianças desde os primeiros anos, tal como as ciências experimentais ou as tradições através do folclore, Tiago Brandão Rodrigues enalteceu o “serviço público e de maior proximidade” desta escola.
Sobre o início do ano lectivo, o presidente da Câmara explicou que foi assinado um protocolo com o Agrupamento de Escolas e a Associação de Pais que permitiu o arranque do ensino pré-escolar, ontem mesmo.
Câmara Municipal de Ponte da Barca quer ultrapassar dificuldades que persistem
O presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Vassalo Abreu, aproveitou ontem a visita do ministro da Educação para dar conta das dificuldades que persistem no concelho em matéria de educação. “Para o governo anterior e para o anterior director regional de Educação, as duas escolas existentes em Ponte da Barca eram apenas uma, o que fez com que tivéssemos menos assistentes operacionais, menos funcionários e tivesse que ser a câmara a suprir essas necessidades” denunciou ontem Vassalo Abreu no final da visita do ministro.
O autarca barquense aponta o contrato assinado com a tutela, em 2009, para transferência das escolas para a câmara municipal, lembrando que o governo deveria fazer as obras necessárias, mas elas não foram concretizadas e só ontem foi assinado o acordo de colaboração que permite a intervenção.
“No Centro Escolar da vila, os telhados ainda são em fibrocimento e havia o compromisso para a sua retirada, mas o governo anterior foi sempre criando conflitos” apontou Vassalo Abreu.
O protocolo assinado ontem o Ministério da Educação e o município de Ponte da Barca, no contexto da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alto Minho, prevê a retirada do amianto e as obras necessárias na escola-sede do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca.
Os acordos, os primeiros no país, foram assinados sob a égide da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho e enquadram-se no Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial Alto Minho 2020.
Em dia de abertura de ano lectivo, Tiago Brandão Rodrigues esteve na sua terra natal e mais que os milhões de euros preferiu apontar as 8056 razões para assinar os protocolos e que correspondem ao universo de alunos que frequentam as escolas que vão ser intervencionadas.
Aos alunos que já frequentam estas escolas, há que somar os milhares que por elas vão passar no futuro, mas também as famílias e a população de cada um dos municípios.
O ministro da tutela falou de escolas renovadas como “um grande presente que demos ao futuro” e “um convite para termos melhor educação no Alto Minho e em Portugal”.
Tiago Brandão Rodrigues elogiou os nove municípios - só Vila Nova de Cerveira não entrou no mapeamento e Ponte de Lima não assinou ontem protocolo por ausência forçada do presidente da Câmara - que foram capazes de trabalhar em conjunto em prol da educação e da convergência do território, unindo esforços com o Ministério da Educação. “Juntos tiramos do papel para este território 19 milhões de euros que muito melhoram o nosso sistema nacional de educação”.
Com os protocolos ontem assinados, e com os que vai assinar com mais 70 municípios e que ascendem a 200 milhões de euros, Tiago Brandão Rodrigues garante o cumprimento da “palavra do Governo” e cumpre o desejo dos autarcas de rápida aplicação dos fundos comunitários.
CIM do Alto Minho disponível para parcerias e projectos em prol do sucesso escolar
Num território onde os municípios têm apostado na educação como factor de desenvolvimento, os protocolos ontem assinados marcam um “dia muito importante” assinala o presidente da Comunidade Intermunicipal (CM) do Alto Minho, José Maria Costa.
O também presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que subscreveu o acordo com o Ministério da Educação para a requalificação de duas escolas no concelho, reafirmou a disponibilidade dos municípios do Alto Minho para serem parceiros do Ministério da Educação para “a criação de condições para escolas bem qualificadas e que possam premiar o mérito”.
José Maria Costa defende que “a escola pública tem que ter qualidade”.
Em relação às verbas do quadro comunitário, o presidente da CIM do Alto Minho realçou: “este é um esforço que todos estamos a fazer” e manifestou a expectativa de que possa haver, na reprogramação do próximo ano, mais verbas para as escolas porque há projectos”.
A disponibilidade das autarquias para trabalhar em parceria noutra linha de projectos vocacionados para o sucesso escolar. “Mais importante do que combater o insucesso, é preciso trabalhar para o sucesso” sustenta o presidente da CIM do Alto Minho, apontando o caminho para projectos inovadores e que mobilizem os alunos.
Educação pré-escolar é aposta grande da tutela
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, foi recebido ao som do folclore na visita que ontem realizou ao Centro Escolar de Crasto, em Ponte da Barca, e que assinalou o arranque do ano lectivo no concelho e no país.
As crianças que proporcionaram um momento mais folclórico ao ministro - que até pediu mais uma dança - integram o Rancho do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, um projecto que congrega seis dezenas de crianças desde o 1.º ciclo ao 12.º anos, mas também professores e funcionários.
Na visita ao Centro Escolar de Crasto, o ministro da tutela, acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Vassalo Abreu, realçou a “aposta grande na educação pré-escolar” e aos pais lembrou que “em um ou dois anos, nesta altura da vida delas, as crianças aprendem muitas coisas que vão ser ferramentas para o futuro”.
Desde os mais pequeninos que chegaram à ‘escola’, ontem, pela primeira vez, aos mais crescidos que o brindaram com poesia, Tiago Brandão Rodrigues quis conversar com todos.
Pela voz de Luana Silva, aluna que se prepara para frequentar o 7.º ano na escola-sede do Agrupamento, o ministro da Educação ficou a saber que os alunos têm um programa radiofónico semanal, numa parceria de há longos anos, com a Rádio local.
Depois de conhecer algumas das actividades do Centro Escolar de Crasto, que acolhe cerca de uma centena de alunos, e do Agrupamento, que passam por levar a filosofia às crianças desde os primeiros anos, tal como as ciências experimentais ou as tradições através do folclore, Tiago Brandão Rodrigues enalteceu o “serviço público e de maior proximidade” desta escola.
Sobre o início do ano lectivo, o presidente da Câmara explicou que foi assinado um protocolo com o Agrupamento de Escolas e a Associação de Pais que permitiu o arranque do ensino pré-escolar, ontem mesmo.
Câmara Municipal de Ponte da Barca quer ultrapassar dificuldades que persistem
O presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Vassalo Abreu, aproveitou ontem a visita do ministro da Educação para dar conta das dificuldades que persistem no concelho em matéria de educação. “Para o governo anterior e para o anterior director regional de Educação, as duas escolas existentes em Ponte da Barca eram apenas uma, o que fez com que tivéssemos menos assistentes operacionais, menos funcionários e tivesse que ser a câmara a suprir essas necessidades” denunciou ontem Vassalo Abreu no final da visita do ministro.
O autarca barquense aponta o contrato assinado com a tutela, em 2009, para transferência das escolas para a câmara municipal, lembrando que o governo deveria fazer as obras necessárias, mas elas não foram concretizadas e só ontem foi assinado o acordo de colaboração que permite a intervenção.
“No Centro Escolar da vila, os telhados ainda são em fibrocimento e havia o compromisso para a sua retirada, mas o governo anterior foi sempre criando conflitos” apontou Vassalo Abreu.
O protocolo assinado ontem o Ministério da Educação e o município de Ponte da Barca, no contexto da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alto Minho, prevê a retirada do amianto e as obras necessárias na escola-sede do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca.