Concertos de piano no Theatro Circo
Começou ontem no Theatro Circo o ciclo de seis concertos dedicados à geração de 1810/11, que abrange os compositores Shumann, Chopin e Liszt. O primeiro a subir ao palco foi o pianista Domingos-António Gomes.
O ciclo de recitais estende-se até Maio do próximo ano. Todos os espectáculos terão uma componente de comentário, a cargo de António Cartaxo, que se encarregará de falar sobre o pianista em actuação e sobre as obras que estão naquele momento ser interpretadas.
Os responsáveis do Theatro Circo colocam esta iniciativa no programa cultural do espaço porque procuram “atender ao objectivo de formar novos públicos. Por isso é apresentada uma nova temporada preenchida por acções tão disciplinarmente diversas quanto abrangentes”.
As razões para homenagear a música dos compositores da geração de 1810, que agora atingiriam o bicentenário, são explicadas pelo pianista Domingos-António Gomes: “entenderam o piano melhor que os outros. Conseguiram inovar, retirar a potencialidade máxima do piano”.
E há público para este género musical? O pianista que ontem se estreou no palco principal do Theatro Circo e, de resto, também em Braga, dá o seu ponto de vista: “se eu gostar do repertório que estou a tocar e o público não estiver envolvido, então a culpa é minha.”
Domingos - António Gomes não tem dúvidas que existe interesse neste tipo de eventos e que os espectáculos do Theatro Circo, que irão acontecer ao longo de seis meses, irão ter as cadeiras preenchidas. “Claro que há público”, assegura o pianista. “É preciso é tocar de maneira vívida. A audiência, mesmo que não conheça, assimila o está a ouvir”.
O ciclo de recitais estende-se até Maio do próximo ano. Todos os espectáculos terão uma componente de comentário, a cargo de António Cartaxo, que se encarregará de falar sobre o pianista em actuação e sobre as obras que estão naquele momento ser interpretadas.
Os responsáveis do Theatro Circo colocam esta iniciativa no programa cultural do espaço porque procuram “atender ao objectivo de formar novos públicos. Por isso é apresentada uma nova temporada preenchida por acções tão disciplinarmente diversas quanto abrangentes”.
As razões para homenagear a música dos compositores da geração de 1810, que agora atingiriam o bicentenário, são explicadas pelo pianista Domingos-António Gomes: “entenderam o piano melhor que os outros. Conseguiram inovar, retirar a potencialidade máxima do piano”.
E há público para este género musical? O pianista que ontem se estreou no palco principal do Theatro Circo e, de resto, também em Braga, dá o seu ponto de vista: “se eu gostar do repertório que estou a tocar e o público não estiver envolvido, então a culpa é minha.”
Domingos - António Gomes não tem dúvidas que existe interesse neste tipo de eventos e que os espectáculos do Theatro Circo, que irão acontecer ao longo de seis meses, irão ter as cadeiras preenchidas. “Claro que há público”, assegura o pianista. “É preciso é tocar de maneira vívida. A audiência, mesmo que não conheça, assimila o está a ouvir”.