P. Lanhoso: Dois cavalos mortos em choque com carro
Dois cavalos de médio porte foram atropelados mortalmente, anteontem à noite, na Estrada Nacional 103 (Braga-Póvoa de Lanhoso).
De acordo com o que o ‘Correio do Minho’ conseguiu apurar junto do Destacamento de Trânsito da GNR de Braga, uma senhora que seguia ao volante da sua viatura foi surpreendida pela presença dos animais na via, não conseguindo evitar o choque.
Apesar do aparato, o acidente, que aconteceu por volta das 22.45 horas ao quilómetro 48 da EN 103 não causou danos pessoais.
O dono dos cavalos não foi identificado.
Os corpos dos animais ficaram na berma da estrada durante várias horas, causando curiosidade a quem passava no local.
Os animais só foram recolhidos ao início da tarde de ontem para o Ecoparque da Braval, na Serra do Carvalho (Póvoa de Lanhoso).
A empresa SIRCA - UTS (Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais) vai proceder, hoje, ao tratamento das carcaças dos animais. Entretanto, ontem, uma égua e a cria passeavam calmamente pela faixa de rodagem da EN 103, na Rita, na Póvoa de Lanhoso.
Acidentes com cavalos repetem-se com frequência
Os acidentes com cavalos soltos nas estradas do distrito de Braga têm ocorrido com frequência nos últimos tempos.
O troço mais problemático é o que atravessa as serras dos concelhos da Póvoa de Lanhoso e de Vieira do Minho, em direcção a Chaves.
Recorde-se que, por exemplo, em Setembro deste ano, dois cavalos foram mortos, na sequência do choque com um automóvel, na Variante do Alto da Bela, em Sobreposta (Braga), próximo da Serra do Carvalho, onde muitos animais andam à solta.
O mesmo local foi palco, em Junho deste ano, de um outro acidente com um cavalo, só que, neste caso, o animal acabou por fugir. A maior parte dos cavalos envolvidos nos acidentes não tem qualquer identificação do proprietário, o que dificulta o trabalho das autoridades policiais em termos de responsabilidade civil.
De acordo com o que o ‘Correio do Minho’ conseguiu apurar junto do Destacamento de Trânsito da GNR de Braga, uma senhora que seguia ao volante da sua viatura foi surpreendida pela presença dos animais na via, não conseguindo evitar o choque.
Apesar do aparato, o acidente, que aconteceu por volta das 22.45 horas ao quilómetro 48 da EN 103 não causou danos pessoais.
O dono dos cavalos não foi identificado.
Os corpos dos animais ficaram na berma da estrada durante várias horas, causando curiosidade a quem passava no local.
Os animais só foram recolhidos ao início da tarde de ontem para o Ecoparque da Braval, na Serra do Carvalho (Póvoa de Lanhoso).
A empresa SIRCA - UTS (Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais) vai proceder, hoje, ao tratamento das carcaças dos animais. Entretanto, ontem, uma égua e a cria passeavam calmamente pela faixa de rodagem da EN 103, na Rita, na Póvoa de Lanhoso.
Acidentes com cavalos repetem-se com frequência
Os acidentes com cavalos soltos nas estradas do distrito de Braga têm ocorrido com frequência nos últimos tempos.
O troço mais problemático é o que atravessa as serras dos concelhos da Póvoa de Lanhoso e de Vieira do Minho, em direcção a Chaves.
Recorde-se que, por exemplo, em Setembro deste ano, dois cavalos foram mortos, na sequência do choque com um automóvel, na Variante do Alto da Bela, em Sobreposta (Braga), próximo da Serra do Carvalho, onde muitos animais andam à solta.
O mesmo local foi palco, em Junho deste ano, de um outro acidente com um cavalo, só que, neste caso, o animal acabou por fugir. A maior parte dos cavalos envolvidos nos acidentes não tem qualquer identificação do proprietário, o que dificulta o trabalho das autoridades policiais em termos de responsabilidade civil.