Barcelos: encontrada morta no sótão
Uma mulher de 31 anos, residente em Aldreu, no concelho de Barcelos, foi encontrada morta, ontem ao início da noite, depois de ter sido dada como desaparecida desde anteontem.
Isabel Carvalho de Sá estava desaparecida depois de ter saído de casa dos pais, onde almoçou, por volta das 15 horas, e nunca mais tinha sido vista. Acabou por ser encontrada pelo marido, Alberto Faria, no sótão da casa dos pais, na Rua do Rio.
“Infelizmente, aconteceu o pior”, confessou ao ‘Correio do Minho’ o marido, bastante emocionado. Até à hora do fecho da edição desconheciam-se as causas da morte de Isabel Carvalho de Sá, que deixa uma filha menor, de cinco anos.
“Ela nunca tinha desaparecido de casa, nunca tinha feito nada disso. Isto apanhou a família de surpresa”, revelou. No entanto, “já se adivinhava um cenário assim. A minha mulher sofria de uma depressão e, infelizmente, dizia sempre que estava farta de viver”, contou, consternado.
Segundo revelou, as buscas começaram anteontem ao final da tarde, “altura em que o pai deu pelo desaparecimento dela”, revelou Alberto Faria. Decorreram até por volta das quatro horas de ontem, com a colaboração de vários moradores da freguesia de Aldreu, de uma equipa dos Bombeiros Voluntários de Barcelos, de uma patrulha apeada da GNR de Barcelos, bem como de duas equipas cinotécnicas (dupla homem/cão) do Comando Territorial de Braga da GNR.
“Batemos tudo, os terrenos da mãe dela, a capela onde casámos e até o cemitério. O avô dela morreu há um ano e ela era chegada ao avô. Fomos a todos os lugares onde ela gostava de ir, mas não encontrámos nada. Fui encontrá-la no sótão da casa da mãe. Sítio onde os bombeiros até já tinham ido”, revelou o familiar.
Isabel Carvalho de Sá estava desaparecida depois de ter saído de casa dos pais, onde almoçou, por volta das 15 horas, e nunca mais tinha sido vista. Acabou por ser encontrada pelo marido, Alberto Faria, no sótão da casa dos pais, na Rua do Rio.
“Infelizmente, aconteceu o pior”, confessou ao ‘Correio do Minho’ o marido, bastante emocionado. Até à hora do fecho da edição desconheciam-se as causas da morte de Isabel Carvalho de Sá, que deixa uma filha menor, de cinco anos.
“Ela nunca tinha desaparecido de casa, nunca tinha feito nada disso. Isto apanhou a família de surpresa”, revelou. No entanto, “já se adivinhava um cenário assim. A minha mulher sofria de uma depressão e, infelizmente, dizia sempre que estava farta de viver”, contou, consternado.
Segundo revelou, as buscas começaram anteontem ao final da tarde, “altura em que o pai deu pelo desaparecimento dela”, revelou Alberto Faria. Decorreram até por volta das quatro horas de ontem, com a colaboração de vários moradores da freguesia de Aldreu, de uma equipa dos Bombeiros Voluntários de Barcelos, de uma patrulha apeada da GNR de Barcelos, bem como de duas equipas cinotécnicas (dupla homem/cão) do Comando Territorial de Braga da GNR.
“Batemos tudo, os terrenos da mãe dela, a capela onde casámos e até o cemitério. O avô dela morreu há um ano e ela era chegada ao avô. Fomos a todos os lugares onde ela gostava de ir, mas não encontrámos nada. Fui encontrá-la no sótão da casa da mãe. Sítio onde os bombeiros até já tinham ido”, revelou o familiar.