Público escolhe último finalista do concurso ‘É preciso ter lata 2015’ até sábado
O Conservatório de Música Calouste Gulbenkian e os agrupamentos de escolas André Soares, Mosteiro e Cávado, Trigal de Santa Maria, Real e Dr. Francisco Sanches disputam o último lugar na final nacional do concurso ‘É preciso ter lata 2015’, que decorrerá de 28 de Março a 2 de Abril, no Estádio Municipal de Braga.
Com lugar garantido na final — por decisão do júri — estão os Agrupamentos de Escolas Sá de Miranda, Carlos Amarante, D. Maria II, Celeirós e Alberto Sampaio e ainda o Externato Infante D. Henrique de Ruílhe (Alfacoop).
As esculturas construídas com as 23.607 latas angariadas pelas escolas bracarenses na fase regional podem ser apreciadas até ao final do dia de sábado, no GNRation.
Quem visitar a exposição e levar um lata tem direito a um cupão onde pode votar na sua favorita. Estes votos e os ‘likes’ na página do facebook da iniciativa vão decidir quem vai ocupar a última vaga.
A votação decorre até ao dia 21 de Fevereiro — até às 23:59 no Facebook e até às 18.30 horas no GNRation.
Nesta fase regional, como uma equipa não pode ter mais do que um prémio, considerar-se-á a escultura favorita do público, a mais votada de entre as que ainda não foram distinguidas.
O concurso ‘É preciso ter lata’ é promovido pela Canstruction Portugal, contando nesta terceira edição com a parceria da Fundação Barcara Augusta (FBA) e do Município de Braga.
Raquel Nair, directora executiva da FBA, mostra-se muito satisfeita com a adesão das escolas do concelho de Braga a uma iniciativa que para elas foi uma novidade.
O trabalho destes escolas é digno de registo. Só esta etapa regional do concurso já angariou quase tantas toneladas de alimentos como a edição nacional do ano passado.
“Foram recolhidas 23.607 latas que equivalem a 6,8 toneladas de alimentos. Estivemos perto de bater o record da final nacional que é de sete toneladas”, refere Raquel Nair desafiando os bracarenses a serem solidários, a visitarem a exposição das esculturas construídas com as latas de conservas e a contribuírem para esta causa.
“Confesso que gostava que Braga conseguisse chegar às sete toneladas, mas mesmo que isso não aconteça, estamos todos de parabéns. A final deste ano do ‘É preciso ter lata’ vai ser a maior edição de sempre da Canstruction na Europa e vai acontecer em Braga”, sublinha a responsável.
“Este é um projecto educativo de responsabilidade social e educação para o empreendedorismo”, explica ainda Raquel Nair ao Correio do Minho, realçando a importância de envolver as nossas crianças, jovens e escolas em projectos deste âmbito.
Este projecto mexeu com as escolas, como os responsáveis pela iniciativa em cada escola vincaram na cerimónia de entrega de prémios aos seis eleitos pelo júri, anteontem ao final do dia, no GNRation, a que se seguiu a abertura da exposição de esculturas ao público. O professor que representou o Agrupamento Sá de Miranda, por exemplo, realçou que no desenvolvimento desta acção “o agrupamento ficou mais agrupado”, referido assim que se estreitaram os laços entre os estabelecimentos de ensino.
O lema desta iniciativa é “Juntos fazemos da solidariedade uma obra de arte” e são realmente obras de arte que podem ser apreciadas no GNRation.
Latas vão alimentar 22 instituições
‘Juntos fazemos da solidariedade uma obra de arte’ é o lema desta iniciativa da Canstruction Portugal, que nesta terceira edição tem como parceiros a Fundação Bracara Augusta e o Município de Braga. As latas anga- riadas pelos alunos dos 12 agrupamentos e escolas que participam na etapa regional vão ser doadas a 22 instituições de solidariedade social.
Às 23.607 latas angariadas pelas escolas vão juntar-se ainda aquelas que forem doadas pelos visitantes da exposição.
Cada participante escolheu as instituições para as quais revertem os alimentos.
O Agrupamento Sá de Miranda foi o que mais latas juntou. Para fazer a escultura ‘Mãos ao forno’ foram utilizadas 4264 latas, que vão ser doadas ao Projecto Sá Solidário.
O Agrupamento de Escolas André Soares juntou 1541 latas, com as quais construiu a sua escultura designada ‘Multiplica esta ideia’. Estas latas vão ser doadas à Oficina de São José, Instituto Monsenhor Airosa, ASCREDNO, Santo Adrião e Instituto Imaculada Conceição.
‘CorAção’ é o título da escultura do Agrupamento de Escolas de Real, que foi construída com 2902 latas angariadas. As mesmas revertem para o Centro Comunitário de S. Martinho de Dume, Fundação Bonfim. Asso- ciação de São José e Patronato Nossa Senhora da Torre.
O Agrupamento de Escolas Trigal de Santa Maria, com sede em Tadim, angariou 1533 latas, utilizadas para construir uma escultura alusiva a Braga de portas abertas. Os alimentos vão ser doados ao Banco Alimentar Contra a Fome.
O Conservatório Gulbenkian optou por fazer uma escultura em forma de caixa de música, aludindo à sua vertente artística. Foram utilizadas 1239 latas que vão alimentar pessoas apoiadas pela Junta de São Victor e Banco Alimentar.
O Agrupamento de Celeirós utilizou 3277 latas para construir um espigueiro tradicional do Minho, revertendo os alimentos para o Banco Alimentar.
‘Quem lata sempre escapa à fome’ é o título da escultura do Agrupamento D. Maria II, construída por 2608 latas que vão ser entregues às cantinas sociais da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
O Agrupamento Carlos Amarante construiu a escultura ‘Grão a grão’, com as 2100 latas que angariou e que vão ser doadas à Cáritas e ao Centro Social e Paroquial de São Victor.
‘Dádiva de sangue’ é o título da Escultura do Agrupamento Francisco Sanches, que angariou 859 latas, que vão para o Centro Social e Paroquial de S. Victor e o Centro Social de S. Vicente.
A Alfacoop angariou 2024 latas, com as quais deu forma à escultura ‘Na luta contra a fome... todos vencemos’ e que vão ser entregues ao Centro Social Padre David Oliveira Martins, Centro Social de Cunha, e ADICA — Associação de Defesa do Idosos e Criança de Arentim.
‘A cada boca a sua sopa’ é o título da escultura do Agrupamento Alberto Sampaio, que juntou 720 latas. As mesmas vão ser doadas à Cáritas, Associação de Assistência de S. Vicente de Paulo e Conferência Vicentina de Nogueira.
O Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado angariou 522 latas, com que deu forma à escultura ‘Partilhe uma refeição’. Os alimentos vão ser doados ao Centro de Solidariedade Activa deste mesmo Agrupamento.
Com lugar garantido na final — por decisão do júri — estão os Agrupamentos de Escolas Sá de Miranda, Carlos Amarante, D. Maria II, Celeirós e Alberto Sampaio e ainda o Externato Infante D. Henrique de Ruílhe (Alfacoop).
As esculturas construídas com as 23.607 latas angariadas pelas escolas bracarenses na fase regional podem ser apreciadas até ao final do dia de sábado, no GNRation.
Quem visitar a exposição e levar um lata tem direito a um cupão onde pode votar na sua favorita. Estes votos e os ‘likes’ na página do facebook da iniciativa vão decidir quem vai ocupar a última vaga.
A votação decorre até ao dia 21 de Fevereiro — até às 23:59 no Facebook e até às 18.30 horas no GNRation.
Nesta fase regional, como uma equipa não pode ter mais do que um prémio, considerar-se-á a escultura favorita do público, a mais votada de entre as que ainda não foram distinguidas.
O concurso ‘É preciso ter lata’ é promovido pela Canstruction Portugal, contando nesta terceira edição com a parceria da Fundação Barcara Augusta (FBA) e do Município de Braga.
Raquel Nair, directora executiva da FBA, mostra-se muito satisfeita com a adesão das escolas do concelho de Braga a uma iniciativa que para elas foi uma novidade.
O trabalho destes escolas é digno de registo. Só esta etapa regional do concurso já angariou quase tantas toneladas de alimentos como a edição nacional do ano passado.
“Foram recolhidas 23.607 latas que equivalem a 6,8 toneladas de alimentos. Estivemos perto de bater o record da final nacional que é de sete toneladas”, refere Raquel Nair desafiando os bracarenses a serem solidários, a visitarem a exposição das esculturas construídas com as latas de conservas e a contribuírem para esta causa.
“Confesso que gostava que Braga conseguisse chegar às sete toneladas, mas mesmo que isso não aconteça, estamos todos de parabéns. A final deste ano do ‘É preciso ter lata’ vai ser a maior edição de sempre da Canstruction na Europa e vai acontecer em Braga”, sublinha a responsável.
“Este é um projecto educativo de responsabilidade social e educação para o empreendedorismo”, explica ainda Raquel Nair ao Correio do Minho, realçando a importância de envolver as nossas crianças, jovens e escolas em projectos deste âmbito.
Este projecto mexeu com as escolas, como os responsáveis pela iniciativa em cada escola vincaram na cerimónia de entrega de prémios aos seis eleitos pelo júri, anteontem ao final do dia, no GNRation, a que se seguiu a abertura da exposição de esculturas ao público. O professor que representou o Agrupamento Sá de Miranda, por exemplo, realçou que no desenvolvimento desta acção “o agrupamento ficou mais agrupado”, referido assim que se estreitaram os laços entre os estabelecimentos de ensino.
O lema desta iniciativa é “Juntos fazemos da solidariedade uma obra de arte” e são realmente obras de arte que podem ser apreciadas no GNRation.
Latas vão alimentar 22 instituições
‘Juntos fazemos da solidariedade uma obra de arte’ é o lema desta iniciativa da Canstruction Portugal, que nesta terceira edição tem como parceiros a Fundação Bracara Augusta e o Município de Braga. As latas anga- riadas pelos alunos dos 12 agrupamentos e escolas que participam na etapa regional vão ser doadas a 22 instituições de solidariedade social.
Às 23.607 latas angariadas pelas escolas vão juntar-se ainda aquelas que forem doadas pelos visitantes da exposição.
Cada participante escolheu as instituições para as quais revertem os alimentos.
O Agrupamento Sá de Miranda foi o que mais latas juntou. Para fazer a escultura ‘Mãos ao forno’ foram utilizadas 4264 latas, que vão ser doadas ao Projecto Sá Solidário.
O Agrupamento de Escolas André Soares juntou 1541 latas, com as quais construiu a sua escultura designada ‘Multiplica esta ideia’. Estas latas vão ser doadas à Oficina de São José, Instituto Monsenhor Airosa, ASCREDNO, Santo Adrião e Instituto Imaculada Conceição.
‘CorAção’ é o título da escultura do Agrupamento de Escolas de Real, que foi construída com 2902 latas angariadas. As mesmas revertem para o Centro Comunitário de S. Martinho de Dume, Fundação Bonfim. Asso- ciação de São José e Patronato Nossa Senhora da Torre.
O Agrupamento de Escolas Trigal de Santa Maria, com sede em Tadim, angariou 1533 latas, utilizadas para construir uma escultura alusiva a Braga de portas abertas. Os alimentos vão ser doados ao Banco Alimentar Contra a Fome.
O Conservatório Gulbenkian optou por fazer uma escultura em forma de caixa de música, aludindo à sua vertente artística. Foram utilizadas 1239 latas que vão alimentar pessoas apoiadas pela Junta de São Victor e Banco Alimentar.
O Agrupamento de Celeirós utilizou 3277 latas para construir um espigueiro tradicional do Minho, revertendo os alimentos para o Banco Alimentar.
‘Quem lata sempre escapa à fome’ é o título da escultura do Agrupamento D. Maria II, construída por 2608 latas que vão ser entregues às cantinas sociais da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
O Agrupamento Carlos Amarante construiu a escultura ‘Grão a grão’, com as 2100 latas que angariou e que vão ser doadas à Cáritas e ao Centro Social e Paroquial de São Victor.
‘Dádiva de sangue’ é o título da Escultura do Agrupamento Francisco Sanches, que angariou 859 latas, que vão para o Centro Social e Paroquial de S. Victor e o Centro Social de S. Vicente.
A Alfacoop angariou 2024 latas, com as quais deu forma à escultura ‘Na luta contra a fome... todos vencemos’ e que vão ser entregues ao Centro Social Padre David Oliveira Martins, Centro Social de Cunha, e ADICA — Associação de Defesa do Idosos e Criança de Arentim.
‘A cada boca a sua sopa’ é o título da escultura do Agrupamento Alberto Sampaio, que juntou 720 latas. As mesmas vão ser doadas à Cáritas, Associação de Assistência de S. Vicente de Paulo e Conferência Vicentina de Nogueira.
O Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado angariou 522 latas, com que deu forma à escultura ‘Partilhe uma refeição’. Os alimentos vão ser doados ao Centro de Solidariedade Activa deste mesmo Agrupamento.