Pais e junta contra encerramento de sala do JI de Merelim S.Paio
A União de Freguesias de Merelim S.Paio, Panóias e Parada de Tibães une-se ao protesto dos pais do Jardim de Infância de Merelim S.Paio contra o encerramento de uma das salas daquele grau de ensino da freguesia.
A ordem de fecho partiu, segundo a direcção do Agrupamento de Escolas do Mosteiro e Cávado, ao qual o estabelecimento de ensino pertence, da DGEstE - Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e terá sido comunicada ao agrupamento na passada sexta-feira.
Contactado pelo Correio do Minho, o subdirector do Agrupamento de Escolas do Cávado, Fernando Santos, confirma que esta foi uma decisão “imposta” pela DGEstE, medida que também discorda “até porque a proposta que apresentámos foi a constituição de três turmas e não de duas”.
O subdirector explicou que a DGestE se baseou no facto de existirem dez alunos com matrícula condicionada - aqueles que só completam três anos entre 16 de Setembro e 31 de Dezembro - tendo tomado a decisão de os colocar em estabelecimentos de ensino vizinhos que tenham um número mais reduzido de alunos e que tenham sido seleccionados como segunda opção pelos próprios pais na ficha da matrícula e que constituem campos obrigatórios para preenchimento.
Apesar de não estar a cometer nenhuma ilegalidade - já que é contemplado pela legislação - Fernando Santos referiu que o agrupamento não só não concordou, como justificou a decisão inicial de constituir três turmas “mas de nada valeu”.
“A decisão, de acordo com a lei, está correcta. Mas há claramente aqui uma intenção economicista. É menos um professor a trabalhar”, diz Fernando Santos, reafirmando que o agrupamento só tomou conhecimento da decisão na passada sexta-feira, depois de ter sido “sondado” no dia anterior.
Quem não compreende a decisão é o executivo da Junta de Freguesia de Merelim S.Paio referindo que existem crianças suficientes para a criação de três turmas, incluindo alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
Carmindo Soares avança que em vez de três, o Centro Escolar da freguesia vai ficar com duas turmas de Jardim de Infância, uma com 25 crianças e uma outra com 22, duas das quais com NEE.
Os alunos que iriam integrar uma terceira turma serão agora transferidos para o Jardim de Infância de Merelim S.Pedro.
“Bom seria não fechar nenhuma. Mas, se necessário, porquê em Merelim S.Paio que tem um Centro Escolar totalmente requalificado, crianças suficientes e um serviço de transporte?”, questiona o presidente da junta.
O autarca adianta que os pais já manifestaram que não vão levar os seus filhos para Merelim S.Pedro.
Para o final do dia de hoje está agendada uma conferência de imprensa, junto ao Centro Escolar de Merelim S.Paio, iniciativa que contará com a presença dos pais e do executivo local.
A ordem de fecho partiu, segundo a direcção do Agrupamento de Escolas do Mosteiro e Cávado, ao qual o estabelecimento de ensino pertence, da DGEstE - Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e terá sido comunicada ao agrupamento na passada sexta-feira.
Contactado pelo Correio do Minho, o subdirector do Agrupamento de Escolas do Cávado, Fernando Santos, confirma que esta foi uma decisão “imposta” pela DGEstE, medida que também discorda “até porque a proposta que apresentámos foi a constituição de três turmas e não de duas”.
O subdirector explicou que a DGestE se baseou no facto de existirem dez alunos com matrícula condicionada - aqueles que só completam três anos entre 16 de Setembro e 31 de Dezembro - tendo tomado a decisão de os colocar em estabelecimentos de ensino vizinhos que tenham um número mais reduzido de alunos e que tenham sido seleccionados como segunda opção pelos próprios pais na ficha da matrícula e que constituem campos obrigatórios para preenchimento.
Apesar de não estar a cometer nenhuma ilegalidade - já que é contemplado pela legislação - Fernando Santos referiu que o agrupamento não só não concordou, como justificou a decisão inicial de constituir três turmas “mas de nada valeu”.
“A decisão, de acordo com a lei, está correcta. Mas há claramente aqui uma intenção economicista. É menos um professor a trabalhar”, diz Fernando Santos, reafirmando que o agrupamento só tomou conhecimento da decisão na passada sexta-feira, depois de ter sido “sondado” no dia anterior.
Quem não compreende a decisão é o executivo da Junta de Freguesia de Merelim S.Paio referindo que existem crianças suficientes para a criação de três turmas, incluindo alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
Carmindo Soares avança que em vez de três, o Centro Escolar da freguesia vai ficar com duas turmas de Jardim de Infância, uma com 25 crianças e uma outra com 22, duas das quais com NEE.
Os alunos que iriam integrar uma terceira turma serão agora transferidos para o Jardim de Infância de Merelim S.Pedro.
“Bom seria não fechar nenhuma. Mas, se necessário, porquê em Merelim S.Paio que tem um Centro Escolar totalmente requalificado, crianças suficientes e um serviço de transporte?”, questiona o presidente da junta.
O autarca adianta que os pais já manifestaram que não vão levar os seus filhos para Merelim S.Pedro.
Para o final do dia de hoje está agendada uma conferência de imprensa, junto ao Centro Escolar de Merelim S.Paio, iniciativa que contará com a presença dos pais e do executivo local.