Dos revestimentos comestíveis à regeneração de órgãos humanos
Revestimentos e filmes comestíveis que irão proteger os alimentos, géis inteligentes que serão usados em novas texturas de alimentos ou para transportar compostos activos, biossensores para detecção precoce de doenças neurodegenerativas. O futuro que está a ser construído no Instituto Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) foi mostrado ontem a 150 pessoas que participaram nas sessões ‘Vem descobrir o mundo nano!’, iniciativa integrada no prograna do consórcio organizador da ‘Noite Europeia dos Investigadores’, do qual faz parte a Escola de Ciências da Universidade do Minho.
Investigadores do INL explicaram, em três sessões, conceitos básicos da nanotecnologia e da nanociência e, sobretudo, como a manipulação das nanopartículas já está a influenciar o nosso dia-a-dia e a determinar a nossa vida futura.
Na área da nanomedicina, os investigadores do INL estão a projectar, por exemplo, um biossensor para detecção precoce de doenças neurogenerativas através do estudo das microgias, células do sistema nervoso central que têm como protecção proteger o cérebro e os seus neurónios, que são alteradas durante o desenvolvimento de doenças neurológicas.
Outros cientistas explicaram ontem como, com a descodificação genética do ‘peixe-zebra’ se poderão encontrar respostas para a renovação de órgãos após lesão grave ou amputação. Ficção científica? O peixe-zebra tem capacidade de regenerar a sua barbatana caudal, beneficiando de um sinal eléctrico das células produzidas por uma molécula que os humanos também têm, mas cuja função regeneradora ainda não está activa.
Se estes avanços na área da medicina podem ser um futuro mais ou menos longínquo, atendendo ao tempo lento da investigação e testes na área da medicina, a perspectiva de termos revestimentos e filmes comestíveis a proteger alimentos, aumentando o seu prazo de validade ou adiciondo-lhes compostos bioactivos é algo que parece mais realizável a curto prazo. Ou também a existência de géis inteligentes capazes de reter grandes quantidades de água ou óleo, com a vantagem de obter novas texturas para alimentos ou transportar compostos activos.
A abertura ontem do INL a dezenas de cidadãos interessados em conhecer o mundo à nanoescala constitui um primeiro momento de preparação da ‘Noite Europeia dos Investigadores’ que a Escola de Ciências das Universidade do Minho está a preparar.
José Brilha, vice-presidente da Escola de Ciências, destacou a importância da iniciativa de ontem para dar a conhecer a investigação que se faz nas universidades e institutos de investigação.
“A Escola de Ciências desde há vários anos que tem feito um esforço muito grande na tentativa de levar a Ciência para a rua e, dessa forma, cativar os jovens a enveredar pelo estudo e por uma profissão na área científica”, afirmou aquele responsável.
Investigadores do INL explicaram, em três sessões, conceitos básicos da nanotecnologia e da nanociência e, sobretudo, como a manipulação das nanopartículas já está a influenciar o nosso dia-a-dia e a determinar a nossa vida futura.
Na área da nanomedicina, os investigadores do INL estão a projectar, por exemplo, um biossensor para detecção precoce de doenças neurogenerativas através do estudo das microgias, células do sistema nervoso central que têm como protecção proteger o cérebro e os seus neurónios, que são alteradas durante o desenvolvimento de doenças neurológicas.
Outros cientistas explicaram ontem como, com a descodificação genética do ‘peixe-zebra’ se poderão encontrar respostas para a renovação de órgãos após lesão grave ou amputação. Ficção científica? O peixe-zebra tem capacidade de regenerar a sua barbatana caudal, beneficiando de um sinal eléctrico das células produzidas por uma molécula que os humanos também têm, mas cuja função regeneradora ainda não está activa.
Se estes avanços na área da medicina podem ser um futuro mais ou menos longínquo, atendendo ao tempo lento da investigação e testes na área da medicina, a perspectiva de termos revestimentos e filmes comestíveis a proteger alimentos, aumentando o seu prazo de validade ou adiciondo-lhes compostos bioactivos é algo que parece mais realizável a curto prazo. Ou também a existência de géis inteligentes capazes de reter grandes quantidades de água ou óleo, com a vantagem de obter novas texturas para alimentos ou transportar compostos activos.
A abertura ontem do INL a dezenas de cidadãos interessados em conhecer o mundo à nanoescala constitui um primeiro momento de preparação da ‘Noite Europeia dos Investigadores’ que a Escola de Ciências das Universidade do Minho está a preparar.
José Brilha, vice-presidente da Escola de Ciências, destacou a importância da iniciativa de ontem para dar a conhecer a investigação que se faz nas universidades e institutos de investigação.
“A Escola de Ciências desde há vários anos que tem feito um esforço muito grande na tentativa de levar a Ciência para a rua e, dessa forma, cativar os jovens a enveredar pelo estudo e por uma profissão na área científica”, afirmou aquele responsável.