Braga: Protocolo reforça segurança dos portadores de deficiência
Dez associações de Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão que trabalham com pessoas portadoras de deficiência assinaram ontem protocolos com a PSP no âmbito do Programa Especial Significativo Azul. A estas vão juntar-se ainda mais três instituições barcelenses que firmam o acordo no próximo dia 9. Em todos os distritos de Portugal foram ontem celebrados estes protocolos locais, entre os comandos distritais da PSP e as instituições que localmente trabalham na área da deficiência e reabilitação.
“Este programa visa contribuir para a segurança de pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência”, explicou o superintendente Manuel Gomes do Vale, para quem o dia de ontem se revestiu de um cariz especial. “Nós temos cidadãos diferentes, mas que são cidadãos na plenitude dos seus direitos. Cabe à PSP, na vertente da segurança, garantir que esses direitos são exercidos na sua plenitude. Este programa visa precisamente agilizar esses mecanismos de segurança para garantir todos os direitos a este grupo de pessoas tão vulnerável”, referiu o comandante distrital da PSP.
Além de acções de sensibilização que a PSP se disponibiliza a fazer para os colaboradores e utentes das instituições, este protocolo abre uma via de comunicação directa com a autoridade policial. No caso de ser detectado que um utente poderá ser vítima de maus tratos, por exemplo, através do contacto com o agente de proximidade, a PSP vai ao local recolher provas e elabora o respectivo auto de notícia que segue para o Ministério Público. A PSP poderá também accionar outras valências como a Investigação Criminal. O procedimento é idêntico para o caso de situações em que um utente agride outro utente, foi explicado no decorrer da cerimónia de assinatura dos protocolos, que decorreu no Palácio dos Falcões.
Assinaram este protocolo a AIA — Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista, APPACDM, Novais e Sousa, CERCI Braga e IRIS, todas do concelho de Braga. Neste programa Significativo Azul, participam também duas instituições vimaranenses: a Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e a CERCIGI. Famalicão tem três instituições neste programa: AFPAD — Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência, APPACDM de Famalicão e AVE-ACIP — Ave Cooperativa de Intervenção Psico-Social.
A estas irão juntar-se três de Barcelos: APAC, APACI e Casa de Saúde São João de Deus.
Ana Paula Leite, presidente da AIA, considera que este tipo de iniciativa que parte da PSP é muito importante. “Fiquei feliz por a PSP estar receptiva a participar nas formações que a AIA possa promover. É importante, para nós que as pessoas que lidam com este tipo de população — refiro-me concretamente ao autismo porque é a área em que a AIA intervém directamente — percebam o que é o autismo para depois actuarem. Este protocolo acaba por ser uma mais-valia para o nosso trabalho pois ainda existe um grande desconhecimento sobre o autismo”.
“Este programa visa contribuir para a segurança de pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência”, explicou o superintendente Manuel Gomes do Vale, para quem o dia de ontem se revestiu de um cariz especial. “Nós temos cidadãos diferentes, mas que são cidadãos na plenitude dos seus direitos. Cabe à PSP, na vertente da segurança, garantir que esses direitos são exercidos na sua plenitude. Este programa visa precisamente agilizar esses mecanismos de segurança para garantir todos os direitos a este grupo de pessoas tão vulnerável”, referiu o comandante distrital da PSP.
Além de acções de sensibilização que a PSP se disponibiliza a fazer para os colaboradores e utentes das instituições, este protocolo abre uma via de comunicação directa com a autoridade policial. No caso de ser detectado que um utente poderá ser vítima de maus tratos, por exemplo, através do contacto com o agente de proximidade, a PSP vai ao local recolher provas e elabora o respectivo auto de notícia que segue para o Ministério Público. A PSP poderá também accionar outras valências como a Investigação Criminal. O procedimento é idêntico para o caso de situações em que um utente agride outro utente, foi explicado no decorrer da cerimónia de assinatura dos protocolos, que decorreu no Palácio dos Falcões.
Assinaram este protocolo a AIA — Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista, APPACDM, Novais e Sousa, CERCI Braga e IRIS, todas do concelho de Braga. Neste programa Significativo Azul, participam também duas instituições vimaranenses: a Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e a CERCIGI. Famalicão tem três instituições neste programa: AFPAD — Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência, APPACDM de Famalicão e AVE-ACIP — Ave Cooperativa de Intervenção Psico-Social.
A estas irão juntar-se três de Barcelos: APAC, APACI e Casa de Saúde São João de Deus.
Ana Paula Leite, presidente da AIA, considera que este tipo de iniciativa que parte da PSP é muito importante. “Fiquei feliz por a PSP estar receptiva a participar nas formações que a AIA possa promover. É importante, para nós que as pessoas que lidam com este tipo de população — refiro-me concretamente ao autismo porque é a área em que a AIA intervém directamente — percebam o que é o autismo para depois actuarem. Este protocolo acaba por ser uma mais-valia para o nosso trabalho pois ainda existe um grande desconhecimento sobre o autismo”.