Universidade do Minho vence Prémio Simbiontes
Uma equipa da Escola de Psicologia da Universidade do Minho venceu a segunda edição do Prémio Simbiontes, promovido pela Associação Viver a Ciência. O galardão distinguiu a melhor curta-metragem de um trabalho sobre neurodesenvolvimento infantil.
O prémio, no valor de mil euros, será aplicado na investigação científica do projecto vencedor, intitulado ‘Marcadores fisiológicos do processamento sensorial do recém-nascido”.
A investigação tem a parceria do Hospital Pedro Hispano (Matosinhos) e é financiada pela Fundação Bial e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
O vídeo distinguido foi realizado por Luís Jorge, colaborador no projecto, juntamente com a doutoranda Sara Cruz e a investigadora principal Adriana Sampaio, no Centro de Investigação em Psicologia da UMinho.
Cerca de 10 a 20% das crianças e adolescentes sofrem de problemas ligados ao comportamento e desenvolvimento infantil.
A investigação da Universidade do Minho procura precisamente encontrar pistas no bebé a nível cardíaco, cerebral e respiratório que indiquem qual será o seu percurso desenvolvimental, seja como criança saudável ou que possa vir a ter perturbações comportamentais, refere Sara Cruz.
O trabalho demarca-se ainda por avaliar crianças com apenas um mês de idade, pelo seu estudo longitudinal e ainda pelo processo em si, uma vez que estes marcadores fisiológicos podem vir a contribuir para uma intervenção precoce e uma melhor recuperação.
A primeira fase do projecto de investigação está concluída, tendo passado por uma avaliação psicofisiológica e neurocomportamental de bebés até aos 30 dias de idade.
A segunda fase, em curso, analisa e cruza avaliações desenvolvimentais a bebés com um 1 ano e já avaliados na primeira fase.
O estudo motivou um artigo de revisão sobre os marcadores biológicos e fisiológicos do processamento sensorial do recém-nascido, publicado na revista ‘Infant Mental Health’.
A curta-metragem distinguida pode ser visualizada em vimeo.com/67638622.
O prémio, no valor de mil euros, será aplicado na investigação científica do projecto vencedor, intitulado ‘Marcadores fisiológicos do processamento sensorial do recém-nascido”.
A investigação tem a parceria do Hospital Pedro Hispano (Matosinhos) e é financiada pela Fundação Bial e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
O vídeo distinguido foi realizado por Luís Jorge, colaborador no projecto, juntamente com a doutoranda Sara Cruz e a investigadora principal Adriana Sampaio, no Centro de Investigação em Psicologia da UMinho.
Cerca de 10 a 20% das crianças e adolescentes sofrem de problemas ligados ao comportamento e desenvolvimento infantil.
A investigação da Universidade do Minho procura precisamente encontrar pistas no bebé a nível cardíaco, cerebral e respiratório que indiquem qual será o seu percurso desenvolvimental, seja como criança saudável ou que possa vir a ter perturbações comportamentais, refere Sara Cruz.
O trabalho demarca-se ainda por avaliar crianças com apenas um mês de idade, pelo seu estudo longitudinal e ainda pelo processo em si, uma vez que estes marcadores fisiológicos podem vir a contribuir para uma intervenção precoce e uma melhor recuperação.
A primeira fase do projecto de investigação está concluída, tendo passado por uma avaliação psicofisiológica e neurocomportamental de bebés até aos 30 dias de idade.
A segunda fase, em curso, analisa e cruza avaliações desenvolvimentais a bebés com um 1 ano e já avaliados na primeira fase.
O estudo motivou um artigo de revisão sobre os marcadores biológicos e fisiológicos do processamento sensorial do recém-nascido, publicado na revista ‘Infant Mental Health’.
A curta-metragem distinguida pode ser visualizada em vimeo.com/67638622.