Monção: Núcleo Museológico Torre de Lapela abre ao público em Maio
O Núcleo Museológico Torre de Lapela, imóvel histórico, classificado como monumento nacional desde 23 de Junho de 1910, abre ao público no dia 27 de Maio, no âmbito das festas concelhias do Corpo de Deus/Festa da Coca, permitindo um maior contacto com a história e uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega.
A empreitada, adjudicada por cerca de 70 mil euros com financiamento no âmbito do ‘QREN - Valorização e Qualificação Ambiental - Eixo III - Património Cultural’, englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes.
Trata-se, segundo o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, de uma aposta clara do actual executivo na valorização do património construído e na revitalização da memória colectiva dos monçanenses, assumindo-se como mais um motivo de visita para quem se desloca a Monção. “Aconselho vivamente uma subida à torre porque a paisagem é simplesmente magnífica”, diz o autarca.
Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de Junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento paisagístico sobre o casario tradicional de Lapela, rio Minho e margem galega.
Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o Pai Minho, como gentilmente os galegos tratam o rio Minho.
Edificação com valor histórico e cultural, a sua construção é austera e minimalista, onde o supérfluo não existe e a beleza reside na simplicidade. Apresenta uma tipologia de torre isolada, com remate ameado e acesso principal e único num patamar elevado. Cumprindo a sua função defensiva na linha do rio Minho, possui cisterna, paredes em alvenaria de granito aparelhado com 2,5 metros de espessura e passadiço ao nível da cobertura, terminado em telha tradicional.
Tem 27 metros de altura e cerca de 11,50 metros de largura.
A empreitada, adjudicada por cerca de 70 mil euros com financiamento no âmbito do ‘QREN - Valorização e Qualificação Ambiental - Eixo III - Património Cultural’, englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes.
Trata-se, segundo o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, de uma aposta clara do actual executivo na valorização do património construído e na revitalização da memória colectiva dos monçanenses, assumindo-se como mais um motivo de visita para quem se desloca a Monção. “Aconselho vivamente uma subida à torre porque a paisagem é simplesmente magnífica”, diz o autarca.
Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de Junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento paisagístico sobre o casario tradicional de Lapela, rio Minho e margem galega.
Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o Pai Minho, como gentilmente os galegos tratam o rio Minho.
Edificação com valor histórico e cultural, a sua construção é austera e minimalista, onde o supérfluo não existe e a beleza reside na simplicidade. Apresenta uma tipologia de torre isolada, com remate ameado e acesso principal e único num patamar elevado. Cumprindo a sua função defensiva na linha do rio Minho, possui cisterna, paredes em alvenaria de granito aparelhado com 2,5 metros de espessura e passadiço ao nível da cobertura, terminado em telha tradicional.
Tem 27 metros de altura e cerca de 11,50 metros de largura.