Português para 61 estrangeiros
Foram acolhidos ontem de manhã, no auditório do Instituto de Letras e Ciências Humanas, os 61 alunos que vão frequentar, durante as próximas três semanas, mais uma edição do curso de Português para estrangeiros promovido pelo BabeliUM — Centro de Línguas da Universidade do Minho.
A maioria desses alunos estrangeiros vai estudar na UMinho ao abrigo do programa Erasmus, mas há também alunos que vão frequentar outras universidades do país ao abrigo do mesmo programa.
“Este ano contamos também com alunos que vêm para Portugal ao abrigo do programa Comenius. São assistentes que vão dar apoio em do pré-escolar e básico no ensino da língua do seu país de origem a alunos portugueses”, explicou Micaela Ramon, coordenadora do curso.
Além dos alunos Comenius, o curso conta ainda com outra inovação que surge da colaboração com os voluntários do Projecto MEET da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa.
No âmbito deste projecto, jovens bracarenses vão dinamizar diversas actividades para que os alunos conheçam a cidade de Braga e a região, mas também para que se conheçam uns aos outros, e estabeleçam contactos com jovens portugueses para que na sua permanência em Portugal não fiquei remetido ao grupo de Erasmus.
Foram os jovens do MEET que organizaram o peddy-paper que os estudantes estrangeiros realizaram ontem de tarde. A iniciativa deu-lhes a conhecer a cidade, nomeadamente o património e locais que convém saber onde ficam como os correios, o hospital ou a esquadra de polícia.
Curso promove respeito por diferentes culturas
Os 61 estudantes que começaram ontem a frequentar o curso de Português Língua Estrangeira são de proveniência variada: Espanha, Itália, Lituânia, Polónia, Alemanha, Turquia, França, Eslováquia, Republica Checa e Hungria.
Os alunos foram divididos por quatro turmas, duas para estudantes de origem românica e outras duas para os de origem não-românica, embora seja um cursos de iniciação para todos, explicou Micaela Ramon.
A coordenadora adiantou ainda que o curso tem uma componente lectiva e ou-tra não-lectiva, mas ambas fazem parte da formação do aluno. “Além de dotar os estudantes de competências ao nível da língua, este curso desenvolve também uma componente humanística muito acentuada, pois promove o respeito pelas diferentes culturas”, explica, realçando a importância deste tema numa altura em que a união entre países europeus é colocada em questão por algumas vozes. Micaela Ramon mostrou-se ainda satisfeita porque ao longo dos anos em que este curso se realiza “nunca houve qualquer problema de compreensão ou aceitação entre estudantes. Houve sempre respeito e compreensão da cultura do outro”.
A maioria desses alunos estrangeiros vai estudar na UMinho ao abrigo do programa Erasmus, mas há também alunos que vão frequentar outras universidades do país ao abrigo do mesmo programa.
“Este ano contamos também com alunos que vêm para Portugal ao abrigo do programa Comenius. São assistentes que vão dar apoio em do pré-escolar e básico no ensino da língua do seu país de origem a alunos portugueses”, explicou Micaela Ramon, coordenadora do curso.
Além dos alunos Comenius, o curso conta ainda com outra inovação que surge da colaboração com os voluntários do Projecto MEET da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa.
No âmbito deste projecto, jovens bracarenses vão dinamizar diversas actividades para que os alunos conheçam a cidade de Braga e a região, mas também para que se conheçam uns aos outros, e estabeleçam contactos com jovens portugueses para que na sua permanência em Portugal não fiquei remetido ao grupo de Erasmus.
Foram os jovens do MEET que organizaram o peddy-paper que os estudantes estrangeiros realizaram ontem de tarde. A iniciativa deu-lhes a conhecer a cidade, nomeadamente o património e locais que convém saber onde ficam como os correios, o hospital ou a esquadra de polícia.
Curso promove respeito por diferentes culturas
Os 61 estudantes que começaram ontem a frequentar o curso de Português Língua Estrangeira são de proveniência variada: Espanha, Itália, Lituânia, Polónia, Alemanha, Turquia, França, Eslováquia, Republica Checa e Hungria.
Os alunos foram divididos por quatro turmas, duas para estudantes de origem românica e outras duas para os de origem não-românica, embora seja um cursos de iniciação para todos, explicou Micaela Ramon.
A coordenadora adiantou ainda que o curso tem uma componente lectiva e ou-tra não-lectiva, mas ambas fazem parte da formação do aluno. “Além de dotar os estudantes de competências ao nível da língua, este curso desenvolve também uma componente humanística muito acentuada, pois promove o respeito pelas diferentes culturas”, explica, realçando a importância deste tema numa altura em que a união entre países europeus é colocada em questão por algumas vozes. Micaela Ramon mostrou-se ainda satisfeita porque ao longo dos anos em que este curso se realiza “nunca houve qualquer problema de compreensão ou aceitação entre estudantes. Houve sempre respeito e compreensão da cultura do outro”.