Arcos de Valdevez acciona Plano Municipal de Emergência
A Câmara de Arcos de Valdevez accionou ontem à tarde o Plano Municipal de Emergência, na sequência dos fogos que lavravam na zona do Soajo, informou o vice-presidente da autarquia, Hélder Barros. O plano foi activado pelas 16.10 horas.
De acordo com o 2.º comandante de operações de socorro de Viana do Castelo, Robalo Simões, o incêndio tinha, pelas 18.50 horas, duas frentes activas, e obrigou à evacuação do lugar de Paradela. Foram retiradas “14 a 16 pessoas”, conduzidas para o Centro de Dia do Soajo, mas entretanto algumas delas já puderam regressar a casa.
Ainda segundo Robalo Simões, a maioria dos habitantes daquele lugar recusou abandonar o local.
A Protecção Civil chegou também a equacionar a hipótese de evacuar o lugar de Várzea, mas tal ainda não aconteceu. A situação está a ser acompanhada para avaliar o evoluir das chamas.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, Filipe Guimarães, disse que o incêndio provocou “queimaduras ligeiras” no rosto e no cabelo de dois habitantes de Paradela.
Um outro habitante também teve de ser assistido, por inalação de fumos. Os três foram conduzidos para o Hospital de Ponte de Lima.
O incêndio deflagrou pelas 9 horas e chegou a ser dado como dominado, mas, como sublinhou Robalo Simões, reacendeu “com grande potência” ao início da tarde.
No local esteve uma retroescavadora a abrir uma estrada até ao lugar de Adrão, “para tentar chegar à cabeça do fogo”.
Ao início da noite de ontem continuavam no local 64 elementos com 25 viaturas, depois de terem sido ajudados por um meio aéreo durante a tarde.
Segundo o site da Autoridade Nacional de Protecção Civil, os casos mais complicados no distrito de Braga verificavam-se em Rio Douro, Cabeceiras de Basto. Também em Rossas, Vieira do Minho, estavam 70 bombeiros acompanhados por 25 viaturas. De destacar também o incêndio em Marrancos, Vila Verde, com 57 elementos e 17 viaturas.
Já no distrito de Viana do Castelo, para além do incêndio no Soajo, o destaque ia para Boalhosa, em Ponte de Lima.
“Situação muito complicada” em Cabeceiras de Basto
Em Cabeceiras de Basto, as chamas deflagraram em Rio Douro, pelas 6.09 horas, e houve habitações em risco, tendo a população sido evacuada por precaução.
O comandante dos Bombeiros de Cabeceiras de Basto, Duarte Ribeiro, disse que o combate às chamas estava a ser dificultado pela falta de acessos, pela existência de muito material combustível e pelo vento. “A situação está muito complicada, com frentes muito activas e com muitas projecções”, referiu. Ao início da noite, era o incêndio com mais meios no distrito de Braga, estando no local 117 elementos e 39 viaturas.
Populações evacuadas na Póvoa de Lanhoso
Na Póvoa de Lanhoso também houve populações evacuadas devido a um incêndio que deflagrou em Monsul e chegou a Geraz do Minho.
A evacuação foi feita por precaução e ao final da tarde não havia habitações em risco.
Ontem ao fim dia ainda estavam 28 bombeiros e nove viaturas a combater as chamas.
Destaque ainda para Rossas, no concelho de Vieira do Minho, onde as chamas consumiam floresta desde as 17 horas de segunda-feira.
De acordo com o 2.º comandante de operações de socorro de Viana do Castelo, Robalo Simões, o incêndio tinha, pelas 18.50 horas, duas frentes activas, e obrigou à evacuação do lugar de Paradela. Foram retiradas “14 a 16 pessoas”, conduzidas para o Centro de Dia do Soajo, mas entretanto algumas delas já puderam regressar a casa.
Ainda segundo Robalo Simões, a maioria dos habitantes daquele lugar recusou abandonar o local.
A Protecção Civil chegou também a equacionar a hipótese de evacuar o lugar de Várzea, mas tal ainda não aconteceu. A situação está a ser acompanhada para avaliar o evoluir das chamas.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, Filipe Guimarães, disse que o incêndio provocou “queimaduras ligeiras” no rosto e no cabelo de dois habitantes de Paradela.
Um outro habitante também teve de ser assistido, por inalação de fumos. Os três foram conduzidos para o Hospital de Ponte de Lima.
O incêndio deflagrou pelas 9 horas e chegou a ser dado como dominado, mas, como sublinhou Robalo Simões, reacendeu “com grande potência” ao início da tarde.
No local esteve uma retroescavadora a abrir uma estrada até ao lugar de Adrão, “para tentar chegar à cabeça do fogo”.
Ao início da noite de ontem continuavam no local 64 elementos com 25 viaturas, depois de terem sido ajudados por um meio aéreo durante a tarde.
Segundo o site da Autoridade Nacional de Protecção Civil, os casos mais complicados no distrito de Braga verificavam-se em Rio Douro, Cabeceiras de Basto. Também em Rossas, Vieira do Minho, estavam 70 bombeiros acompanhados por 25 viaturas. De destacar também o incêndio em Marrancos, Vila Verde, com 57 elementos e 17 viaturas.
Já no distrito de Viana do Castelo, para além do incêndio no Soajo, o destaque ia para Boalhosa, em Ponte de Lima.
“Situação muito complicada” em Cabeceiras de Basto
Em Cabeceiras de Basto, as chamas deflagraram em Rio Douro, pelas 6.09 horas, e houve habitações em risco, tendo a população sido evacuada por precaução.
O comandante dos Bombeiros de Cabeceiras de Basto, Duarte Ribeiro, disse que o combate às chamas estava a ser dificultado pela falta de acessos, pela existência de muito material combustível e pelo vento. “A situação está muito complicada, com frentes muito activas e com muitas projecções”, referiu. Ao início da noite, era o incêndio com mais meios no distrito de Braga, estando no local 117 elementos e 39 viaturas.
Populações evacuadas na Póvoa de Lanhoso
Na Póvoa de Lanhoso também houve populações evacuadas devido a um incêndio que deflagrou em Monsul e chegou a Geraz do Minho.
A evacuação foi feita por precaução e ao final da tarde não havia habitações em risco.
Ontem ao fim dia ainda estavam 28 bombeiros e nove viaturas a combater as chamas.
Destaque ainda para Rossas, no concelho de Vieira do Minho, onde as chamas consumiam floresta desde as 17 horas de segunda-feira.