‘Zeca’ Afonso e Rosalia de Castro unem Portugal e Galiza
O Grupo de Música Tradicional Portuguesa Canto D’Aqui, a Câmara Municipal de Braga e o Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho realizam, a partir de sábado e até ao dia 27 deste mês, a Segunda Semana Cultural Convergências Portugal - Galiza.
O evento tem como grande finalidade unir, em termos culturais, o norte de Portugal (em particular o Minho) e a Galiza, em Espanha, através da música de ‘Zeca’ Afonso’ e dos textos da escritora e poetisa galega Rosalia de Castro.
“A semana cultural promete unir ainda mais Braga e a Galiza, tendo como mote o cantor ‘Zeca’ Afonso e a escritora galega Rosalia de Castro.
Esta raiz linguística comum, o galaico-português, é um laço efectivo de uma aproximação evidente também noutras dimensões”, defendeu Lídia Dias, vereadora da Cultura na Câmara Municipal de Braga, na apresentação do programa do evento.
Jaime Torres, do Grupo Canto D’Aqui, acrescentou que “a ideia nasceu do trabalho no Castro Galaico - festival de Nogueiró, na relação com os vários grupos. Os objectivos foram, de início unir o Minho e a Galiza através da música e verificamos que da parte de lá do rio Minho (da Galiza) havia uma paixão muito grande pela obra do ‘Zeca’ Afonso”.
Uma linha de união seguida, também, pelo Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho.
“A cultura galega e portuguesa tiveram a mesma origem”, disse Fernando Groga, do Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho, frisando que o tema vai servir também realizar actividades relacionadas com o intercâmbio cultural entre as duas regiões ibéricas.
O programa começa no sábado, com uma deslocação da comitiva portuguesa à Praça José Afonso, em Santiago de Compostela, para a colocação de um ramo de flores.
Foi nesta praça da localidade galega que ‘Zeca’ Afonso cantou pela primeira vez o tema ‘Grândola Vila Morena’, em 1972.
A partir das 18 horas, na localidade galega de Padron, o historiador Eduardo Pires de Oliveira dá a conhecer os dois mil anos de relações entre o Minho e a Galiza.
O dia termina com um Tributo a José Afonso, no mesmo local, pelo grupo ‘Canto D’Aqui’.
O dia 23 (terça-feira - data em que se assinalam os 29 anos da morte de José Afonso) é fica marcado pela apresentação do livro ‘José Afonso Andarilho nas Astúrias’. O encontro decorre pelas 21.30 horas, na Casa do Professor. A publicação aborda a relação do cantor português com a luta dos mineiros das Astúrias (Espanha). O tributo a Rosalia de Castro, com um concerto no Conservatório Calouste Gulbenkian, marca a noite (21.30 horas) do dia 24 (quarta-feira).
Na tarde do dia seguinte é descerrada uma placa alusiva á convergência entre Portugal e a Galiza, na Rua Rosalia de Castro.
Na noite de quinta-feira, o guitarrista bracarense Artur Caldeira participa numa tertúlia no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
A noite de sexta-feira (dia 26) é destinada ao concerto dos grupos ‘Primo Convexo’e ‘Pédopóté’, no Teatro da Escola Secundária Sá de Miranda.
O músico galego Roi Casal e o grupo bracarense ‘Canto D’Aqui’encerram a semana cultural com um concerto no dia 27 no Theatro Circo.
Todos os concertos têm entrada gratuita, à excepção do espectáculo do Theatro Circo. Os bilhetes custam 10 euros.
O evento tem como grande finalidade unir, em termos culturais, o norte de Portugal (em particular o Minho) e a Galiza, em Espanha, através da música de ‘Zeca’ Afonso’ e dos textos da escritora e poetisa galega Rosalia de Castro.
“A semana cultural promete unir ainda mais Braga e a Galiza, tendo como mote o cantor ‘Zeca’ Afonso e a escritora galega Rosalia de Castro.
Esta raiz linguística comum, o galaico-português, é um laço efectivo de uma aproximação evidente também noutras dimensões”, defendeu Lídia Dias, vereadora da Cultura na Câmara Municipal de Braga, na apresentação do programa do evento.
Jaime Torres, do Grupo Canto D’Aqui, acrescentou que “a ideia nasceu do trabalho no Castro Galaico - festival de Nogueiró, na relação com os vários grupos. Os objectivos foram, de início unir o Minho e a Galiza através da música e verificamos que da parte de lá do rio Minho (da Galiza) havia uma paixão muito grande pela obra do ‘Zeca’ Afonso”.
Uma linha de união seguida, também, pelo Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho.
“A cultura galega e portuguesa tiveram a mesma origem”, disse Fernando Groga, do Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho, frisando que o tema vai servir também realizar actividades relacionadas com o intercâmbio cultural entre as duas regiões ibéricas.
O programa começa no sábado, com uma deslocação da comitiva portuguesa à Praça José Afonso, em Santiago de Compostela, para a colocação de um ramo de flores.
Foi nesta praça da localidade galega que ‘Zeca’ Afonso cantou pela primeira vez o tema ‘Grândola Vila Morena’, em 1972.
A partir das 18 horas, na localidade galega de Padron, o historiador Eduardo Pires de Oliveira dá a conhecer os dois mil anos de relações entre o Minho e a Galiza.
O dia termina com um Tributo a José Afonso, no mesmo local, pelo grupo ‘Canto D’Aqui’.
O dia 23 (terça-feira - data em que se assinalam os 29 anos da morte de José Afonso) é fica marcado pela apresentação do livro ‘José Afonso Andarilho nas Astúrias’. O encontro decorre pelas 21.30 horas, na Casa do Professor. A publicação aborda a relação do cantor português com a luta dos mineiros das Astúrias (Espanha). O tributo a Rosalia de Castro, com um concerto no Conservatório Calouste Gulbenkian, marca a noite (21.30 horas) do dia 24 (quarta-feira).
Na tarde do dia seguinte é descerrada uma placa alusiva á convergência entre Portugal e a Galiza, na Rua Rosalia de Castro.
Na noite de quinta-feira, o guitarrista bracarense Artur Caldeira participa numa tertúlia no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
A noite de sexta-feira (dia 26) é destinada ao concerto dos grupos ‘Primo Convexo’e ‘Pédopóté’, no Teatro da Escola Secundária Sá de Miranda.
O músico galego Roi Casal e o grupo bracarense ‘Canto D’Aqui’encerram a semana cultural com um concerto no dia 27 no Theatro Circo.
Todos os concertos têm entrada gratuita, à excepção do espectáculo do Theatro Circo. Os bilhetes custam 10 euros.