Gigantones e Cabeçudos animam abertura das Festas de S. João
É um dos grandes momentos de animação do S. João de Braga que tem vindo a crescer em número e qualidade de gigantones e cabeçudos.A 27.ª edição do Encontro
É um dos grandes momentos de animação do S. João de Braga que tem vindo a crescer em número e qualidade de gigantones e cabeçudos.
A 27.ª edição do Encontro Internacional de Gigantones de Cabeçudos realiza-se, pela primeira vez, na abertura das festividades de S. João, no dia 11 de Junho.
As novidades do encontro deste ano foram ontem apresentadas, em conferência de imprensa, pela Associação Ida e Volta, colectividade que dinamiza há duas décadas este encontro.
Assim, o Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos realiza-se ao longo dia de sábado com dois cortejos: um de tarde com grupos, associações escolares e grupos e percussão; e outro à noite com o desfile de gigantones e cabeçudos, pelas 21 horas, que termina com o baile dos Gigantes, junto ao Coreto, na Praça da República.
Mas as novidades não se ficam por aqui. A edição deste ano apresenta como padrinho o cantor Hugo Torres e um balão interactivo alusivo aos gigantones e cabeçudos para quem quiser tirar uma fotografia.
Quase uma centena de gigantones e cabeçudos e cerca de 35 grupos de percussão vão animar a abertura das Festas de João de B
raga. Carlos Bonjardim, presidente da Associação Ida e Volta, salienta o número crescente de gigantones e cabeçudos oriundos de vários pontos do país e de fora: Ovar, Torres Vedras, Açores e Espanha.
José Freitas, da Associação Ida e Volta, reafirmou que “é objectivo da associação com a organização deste encontro a preservação forte da tradição, enraizada na região”, sublinhando que “este encontro só é possível graças ao esforço de todos e ao apoio do município”.
Para Rui Ferreira, presidente da Associação de Festas de S. João de Braga, “este encontro é decisivo no programa das festividades. É um dos grandes momentos do S.João de Braga e queremos que ele se fortaleça, continue a crescer, continue a trazer cada vez mais gigantones e cabeçudos nacionais e internacionais”.
Rui Ferreira salientou que esta é uma tradição que Braga soube agarrar no momento certo, já lá vão 27 anos, e desde então surgiram outros grupos em todo o país, bem como escolas de percussão no concelho.
As iniciativas têm este poder de agregar e de criar dinâmicas, como é o caso deste encontro internacional.
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