Vila Nova de Famalicão: Discussão familiar acabou em morte
Um homem com cerca de anos morreu ontem esfaqueado, na casa onde morava com a mulher e a filha de 10 anos, na rua de São Martinho, freguesia de Esmeriz, no
Um homem com cerca de anos morreu ontem esfaqueado, na casa onde morava com a mulher e a filha de 10 anos, na rua de São Martinho, freguesia de Esmeriz, no concelho de Vila Nova de Famalicão.
O homem foi encontrado pela GNR e pelos Bombeiros Voluntários de Famalicão (BVF) em paragem cárdio-respiratória e com uma faca espetada no pescoço num quarto do primeiro andar da casa com o número 369, tendo falecido pouco depois.
As autoridades acreditam que a morte do homem terá resultado de uma discussão com a esposa , mas estão a investigar se se tratou de um homicídio ou de um suicídio.
Sabe-se, apenas, que o casal tinha morado durante algum tempo num apartamento situado nas proximidades, onde supostamente terão ocorrido algumas cenas de violência entre o casal.
A mulher, de 39 anos, apresentava ferimentos na cabeça e a filha estava ferida numa mão.
Terá sido, aliás, a criança a pedir socorro a um vizinho, pouco depois das 8 horas da manhã de ontem. “A miúda veio chamar-nos e a esposa estava na rua, assustada e magoada. A filha queixava-se de feridas nos dedos”, disse aos jornalistas Luís Carneiro, morador
na mesma rua.
Fonte do INEM afirmou à agência Lusa que “a mulher apresentava feridas, escoriações e hematomas, ao nível do crâneo”, enquanto “a criança, de 10 anos, apresentava-se com um trauma na mão”,
O vizinho alertou a GNR de Vila Nova de Famalicão, que chegada ao local terá alertado os BVF. A mulher e a filha foram transportadas ao Hospital de Vila Nova de Famalicão.
A mulher acabou por ficar sob custódia policial, mas não foi detida. A Polícia Judiciária foi chamada ao local para esclarecer as causas da morte.
O cadáver foi recolhido pelos BVF por volta das 13 horas de ontem.
O caso acabou por deixar surpreendida a população da zona.
“Para mim foi uma surpresa completa”, confidenciou o vizinho Luís Carneiro.
Fernando Costa, outro morador das proximidades referiu que o casal “era pouco conhecido” e que só se apercebeu do caso porque “vi passar muita polícia, o INEM e as ambulâncias”.
Alguns populares disseram ao ‘Correio do Minho’ que “o homem costumava passear aqui de bicicleta, mas era pouco conhecido.”
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