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Braga: Passagem aérea para peões vai ser removida da Rua do Caires

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A passagem aérea da Rua do Caires vai desaparecer da paisagem urbana.A desmontagem da estrutura deverá acontecer no início da Primavera, assim que o tempo

A passagem aérea da Rua do Caires vai desaparecer da paisagem urbana.A desmontagem da estrutura deverá acontecer no início da Primavera, assim que o tempo permitir, assegurou ao ‘Correio do Minho’o presidente da junta da União de freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, Luís Filipe Pedroso. A intervenção consta do Plano de Actividades e Orçamento da União de freguesias Maximinos, Sé e Cividade. Para garantir a segurança dos peões de uma das ruas mais sobrecarregadas da cidade com o tráfego automóvel, vai ser colocada uma passadeira com baías de segurança (idêntica à existente na Rua Padre Cruz) e na saída do túnel vai ser colocada sinaléctica redutora de velocidade.

Uma notícia que agrada à maioria dos moradores e comerciantes daquela rua que já há muito tempo reclamavam a sua remoção. “Nunca devia ter sido retirada a passadeira do lugar em que estava para colocar a ponte. Aliás, a ponte nunca devia ter sido lá colocada, até porque ninguém lá passa. As pessoas escorregam devido ao piso, o que impossibilita muitos idosos e pessoas com mobilibidade reduzida de utilizar a passagem” disse Manuel Loureiro, proprietário de um talho na Rua do Caires. O comerciante acrescentou que “desde que tiraram a passadeira e colocaram a passagem área para peões perdi a conta ao número de atropelamentos mortais aqui nesta rua”, situação que gerou alguns movimentos, nomeadamente uma petição pública denominada ‘Rua do Caires sem acidentes, sem feridos e mortos’ para reduzir a sinistralidade .

Manuel Loureiro vê por isso com muito agrado a eliminação desta estrutura, mas defende, em simultâneo, a “eliminação dos parquímetros que prejudicam muito negócio dos comerciantes da Rua do Caires”.
Também os moradores da Rua Caires encaram com muita satisfação a remoção da passagem aérea para peões que, segundo, alguns testemunhos recolhidos no local, veio retirar muita privacidade a quem mora aqui. Para além da questão central que é o perigo que representa esta passagem”.
Trata-se de uma artéria integrada numa zona maioritariamente residencial e comercial, muito próxima do centro histórico da cidade, fundamental para a circulação interna da cidade, o que resulta, muitas vezes, num ambiente de muitas dificuldades, insegurança e poluição, principalmente para quem nela reside ou trabalha.


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