Vinte e cinco anos de Azeituna dão tema ao Festival Celta

Braga, Ensino

autor

Patrícia Sousa

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Os 25 anos da Tuna de Ciências da Universidade do Minho - Azeituna, dão mote ao XXIV Celta - Certame Lusitano de Tunas Académicas, que se realiza nos próximos dias 8 e 9 de Dezembro. O Theatro Circo volta a ser palco do festival, que conta com a participação de seis tunas a concurso.
Apresentado ontem em conferência de imprensa, o programa do certame deste ano tem como ‘ponto alto’ a apresentação oficial do livro ‘25 Paus’, que conta a história da Azeituna.

“Este ano continuamos a ter um tema no festival, mas desta vez desafiámos as tunas presentes a trabalhar os 25 anos da Azeituna”, contou o responsável pela comunicação da tuna, Emanuel Roriz. A ideia, continuou aquele responsável, “é que cada tuna faça uma interpretação sobre a Azeituna”. E a reacção das tunas a concurso não podia ser melhor. “Aceitaram de imediato o desafio e ficaram bastante contentes com a ideia. Agora estamos ansiosos e curiosos com as interpretações que vão aparecer em palco”, confidenciou.

Os bilhetes, a 5, 7 e 9 euros, já estão à venda e os espectáculos têm início previsto às 21 horas nas duas noites.
O festival conta ainda com a participação extra-concurso da Tuna Universitária do Minho (TUM) e com actuações da Tuna de Ciências da Universidade do Minho - Azeituna.
Emanuel Roriz, que também faz parte da direcção musical, aproveitou ainda a oportunidade para convidar os bracarenses a assistir ao espectáculo no Theatro Circo, esperando ter casa cheia nas duas noites.

“Memória viva” conta histórias da tuna
> O ‘ponto alto’ do XXIV Celta - Certame Lusitano de Tunas Académicas, organizado pela Tuna de Ciências da Universidade do Minho - Azeituna, é a apresentação da autobiografia da tuna, em jeito de comemoração dos 25 anos.
A apresentação da obra está marcada para o dia 8 de Dezembro, às 16 horas, no salão medieval da reitonria da Universidade do Minho.

“Trata-se de uma memória viva do que foi a Azeituna ao longo dos 15 anos, mas tentamos fazer mais do que isso”, assumiu Luís Mendonça, um dos responsáveis pela obra que “já serviu para os mais novos se aperceberem do que era a Azeituna em tepos idos e como cresceu”.
A ideia desta publicação é, acima de tudo, transmitir o espírito da Azeituna. “A forma e a linguagem como o livro foi escrito é diferente. Pretendemos transmitir as ideias através de uma linguagem em jeito de brincadeira, o que torna o livro de mais fácil leitura”, contou aquele responsável, garantindo que quem ler o livro “vai rir a bom rir de muitas passagens”.

O destaque na obra, para além das inúmeras imagens que evidenciam e documentam os principais momentos da Azeituna, “é o tipo de linguagem utilizado”, reforçou.
Mas o livro conta os 25 anos de história da Azeituna muito para além dos palcos. “Focamos na obra não só o que é visível para fora, mas todos os bastidores da tuna como os momentos antes de entrar em palco, os ensaios ou as assembleias-gerais”, relatou Luís Mendonça, referindo que o objectivo é as pessoas se aperceberem do que acontece antes e depois de subir ao palco.

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