Vila Nova de Famalicão: Primeiro encontro 'Ação Ecológica, Transição  Sustentável e Regeneração' foi um sucesso

Vale do Ave

autor

Redacção

contactar num. de artigos 34791

Mais de 35 associações ligadas à defesa do ambiente participaram, no fim-de-semana, no encontro 'Ação Ecológica, Transição Sustentável e Regeneração', que decorreu na Casa do Território, em Vila Nova de Famalicão.

O evento teve como finalidade a partilha, a troca de experiências e de perspetivas das diversas coletividades ambientais, provenientes de todos os pontos do país e com trabalho realizado nesta área, de modo a conhecer-se, em profundidade e abrangência, a situação ecológica e ambiental do Noroeste de Portugal.

Apesar da maioria das aderências serem do Norte de Portugal, participaram também outras associações de âmbito nacional, como a Acréscimo, AMO Portugal- Associação Mãos à Obra, LPN - Liga para a Proteção da Natureza, Quercus e Zero. 

As Associações organizadoras, Associação Famalicão em Transição e Campo Aberto -  associação de defesa do ambiente concluíram que este evento excedeu, em larga escala, os resultados previstos. 'Este encontro foi um sucesso e superou todas as expectativas', afirmou Manuela Araújo, da Associação Famalicão em Transição. A participação revelou-se elevada e 'ultrapassou as fronteiras do 'Norte', trazendo a Famalicão várias associações de âmbito nacional, ligadas à proteção do ambiente. A tudo isto acresce a forte motivação de todos os participantes', acrescentou.
De acordo com José Carlos Marques, da Campo Aberto -  associação de defesa do ambiente, 'via-se que os participantes estavam ansiosos por falar. A vontade de comunicar era muita. Sentia-se, por vezes, que havia algum espanto por uma presença tão forte e diversificada, que muitos até então desconheceriam'. Este sentimento foi unânime entre as diversas coletividades ambientais presentes no evento.

Deste evento ficou a vontade generalizada de uma ação conjunta e coordenada pela proteção dos rios, o foco no envolvimento da população e das instituições locais, assim como o debate sobre todas as questões relacionadas com os incêndios florestais, numa perspetiva de prevenção, através da defesa e promoção da floresta autóctone, da forte redução de monoculturas de eucalipto e do reforço  da vigilância florestal.

Como novidade, salienta-se a questão do papel ambíguo e perigoso que poderão vir a ter centrais de biomassa de resíduos florestais, visto a capacidade a instalar poder superar o volume de resíduos que podem ser produzidos se não houver incêndios.

Pretende-se, no futuro, que estes encontros sejam periódicos, podendo-se avançar para 'eventos bienais, a realizar em locais diferentes e organizados por outras associações', como salientou Manuela Araújo.

*** Nota da C.M. de Vila Nova de Famalicão ***

vote este artigo


 

Comente este artigo

Faça login ou registe-se gratuitamente para poder comentar este artigo.

comentários

Não existem comentários para este artigo.

Últimos artigos das categorias relacionadas

Tempo

Classificados

Edição Impressa (CM)

Edição Impressa (MF)

Newsletter

subscrição de newsletter

mapa do site

2008 © todos os direitos reservados ARCADA NOVA - comunicação, marketing e publicidade, S.A. | concept by: Cápsula - soluções multimédia