Centro de Mar com recorde de visitas em Viana do Castelo

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O Centro de Mar de Viana do Castelo encerrou o mês de Julho com o maior número de visitantes desde que abriu portas em novembro de 2014. Foram mais de cinco mil visitantes que viram as exposições patentes e participaram em diversas iniciativas sobre a temática marítima.
Com várias iniciativas desenvolvidas, uma nova aposta no serviço educativo, a abertura de três novas exposições e a colaboração com diversas entidades, o Centro de Mar consolidou a sua posição enquanto agente activo na promoção e divulgação marítima de Viana do Castelo.
Este espaço, localizado na ré do navio Gil Eannes, inaugurou duas novas exposições - ‘O humor no trabalho’ e ‘À descoberta do bacalhau’ e, ontem, inaugurou mais uma resultante dos trabalhos realizados no âmbito do 1.º concurso de fotografia intitulado ‘Viana e o Mar 2017’, desafio lançado pelo Centro de Mar aos fotógrafos profissionais e amadores. No total serão sete exposições que vão estar disponíveis gratuitamente para o público.
O serviço educativo também tem sido uma forte aposta do Centro de Mar para este ano. Com a realização de 62 visitas guiadas e diversas actividades desenvolvidas no primeiro semestre de 2017, deu a conhecer aos alunos dos agrupamentos de escolas do município as tradições e a cultura marítima de Viana do Castelo.
Na Páscoa e no Verão foram também dinamizados 23 ATL’s a bordo do Centro de Mar que contaram com a participação de 511 crianças.
Este centro de interpretação, que procura centrar um dos seus componentes do programa de actividades na consolidação de uma Rede de Cultura e Vivência Marítimas integra áreas para serviços técnicos e administrativos, um Centro Interpretativo Ambiental, que inclui um percurso museológico e interpretativo sobre a cultura marítima de Viana do Castelo, e um Centro de Documentação Do Mar - que permite uma relação entre os espaços destinados às novas funções e os espaços já visitáveis, integrados no circuito musealizado do navio, da sua acessibilidade e da articulação entre circuitos de visitantes e utentes (abertos ao público) e circuitos internos (restritos a pessoal) e, finalmente, das condições de segurança.

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