‘Refood Braga 100%’ mobilizou recolha solidária em tempo de férias

Braga

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José Paulo Silva

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O ‘Refood Braga 100%’ promoveu, entre os dias 8 e 11 de Agosto, uma campanha especial de recolha de cabazes alimentares para complemento das refeições que esta organização fornece diariamente a dezenas de pessoas carenciadas na cidade.
Tendo em conta esta altura do ano em que “muitas fontes de alimentos”, designadamente restaurantes, estão encerradas, a equipa responsável pela Centro de Operações do ‘Refood Braga 100%’ sentiu necessidade de angariar junto da população bracarense cabazes que reforcem as refeições.
Noventa litros de leite, 66 quilos de massas e arroz, 100 latas de peixe em conserva e 90 latas de grão, feijão e salsichas, para além de algum azeite e cereais foram entregues naqueles quatro dias na sede do núcleo ‘Refood’, sita na Avenida Dr. Artur Soares nº358
O ‘Refood’ é um projecto eco - humanitário baseado totalmente em trabalho de voluntariado , cujos objectivos são resgatar 100% o excedente alimentar, preparado e não vendido, dentro de uma área de actuação micro local, proporcionar alimento a 100% das pessoas com carências alimentares na mesma área de actuação.
No caso de Braga, o ‘Refood’ serve quase cem refeições diárias, número que sobe para as 150 aos fins de semana.
O projecto Refood assegura a distribuição imediata dos excedentes dos restaurantes a pessoas com necessidades alimen-tares
Depois do arranque em algumas freguesias da cidade Lisboa, o movimento ‘Refood’ chegou a Braga em Maio de 2014.
Actualmente, o núcleo de Braga conta com 53 entidades parceiras, entre restaurantes, pastelarias e padarias.
Carmo Morais, coordenadora do ‘Refood Braga 100%’, considerou, em declarações ao ‘Correio do Minho’, que a população bracarense aderiu bastante bem ao apelo lançado há dias para o fornecimento dos cabazes alimentares que agora vão ser entregues a pessoas com carências económica.
“O resultado foi óptimo, atendendo ao pouco tempo de divulgação da campanha e ao horário limitado de entrega dos alimentos”, justificou.
Esta responsável alerta que, contrariamente ao que se possa pensar, a melhoria da situação económica do País não provocou um abaixamento significativo do número de pessoas com carências alimentares, mantendo-se ainda muitos casos de pobres envergonhados que vêem no ‘Refood’ e noutras instituições um ajuda essencial para suprirem as suas necessidades básicas de sobrevivência.

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