‘Defacto’: Uma revista a fazer pontes entre a escola e o mundo

Braga, As Nossas Escolas

autor

Paula Maia

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A ‘Defacto’, revista da Escola Secundária Alberto Sampaio, está a cumprir 25 anos de existência, constituindo-se uma das mais antigas e prestigiadas revistas escolares do país.
Esta 25.ª edição, apresentada ontem na Livraria 100.ª Página, procurou, como refere o seu director, o professor Amadeu Santos, “agarrar a fatia do tempo da história do mundo que presenciámos e vivemos desde 1992”, o ano do nascimento da Defacto.

Com periocidade anual, a revista é elaborada pelos alunos e professores da Alberto Sampaio, provenientes das diferentes áreas do saber, mas as temáticas extravasam as próprias fronteiras da escola.
Todas as edições contam com entrevistas a um ou mais convidados externos à escola.
“Escolhemos temáticas da actualidade. Uma certa consciência do presente, de pensar a actualidade, com temas transversais, que se relacionam com a realidade contemporânea”, afirma Amadeu Santos que conduz a Defacto desde a sua 7.ª edição, depois de um ano de interregno, em 1998.

Neste número celebrativo, a equipa redactorial procurou fazer uma retrospectiva, um balanço sobre o projecto, uma retrospectiva sobre o próprio mundo e as mudanças que fomos assistindo ao longo deste 25 anos, “brincando também com a antecipação dos próximos 25 anos”.

Amadeu Santos afirma que o que a distingue esta revista das demais é, desde logo, o facto de ser uma revista temática. “Raramente as revistas escolares são temáticas. Outro argumento é o facto dela querer sair de portas. A maior parte das revistas são paroquiais, integrando apenas as actividades da escola. Em todos os números da revista, convidamos outras escolas a participar. Abrimo-nos à comunidade”, justifica o director.

Amadeu Santos diz também que está na hora de passar o testemunho. “Acho que os projectos nas escolas devem ser experimentais. A escola é um laboratório de novas ideias. E quem vier pode trazer novas ideias. Não para pior ou melhor. Simplesmente novas”, diz ainda o responsável.

João Andrade, director do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio afirma que o projecto integra algumas características que a tornam num modelo a seguir. O primeiro relaciona-se pelo facto de ser “um projecto da comunidade inteira”. O segundo porque, na sua opinião, constitui-se também como “um farol” para o agrupamento já que define um tema que é trabalhado por toda a comunidade educativa, recolhendo “uma pluralidade de visões perante o mesmo tema”.
Quanto ao futuro diz: “que venham mais 25!”.

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