Placas de fibrocimento na EB 2,3 Frei Caetano Brandão removidas nas férias escolares

As Nossas Escolas

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Paula Maia

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A câmara de Braga vai proceder, na próxima pausa lectiva, à remoção das placas de fibrocimento na EB 2,3 Frei Caetano Brandão, em Maximinos. A garantia foi dada ontem pelo presidente da autarquia, Ricardo Rio, durante a visita à escola no âmbito do Dia Aberto do Agrupamento de Escolas de Maximinos que está também assinalar a Semana do Ambiente.

“Não estamos a falar de uma requalificação tão profunda como a que irá acontecer na Secundária de Maximinos, embora esta não seja tão ambiciosa como a que desejaríamos. Estamos a falar de pequenas requalificações dos espaços no sentido de criar as condições de conforto para quem aqui passa os seus dias”, afirmou Ricardo Rio depois de assistir a alguma das várias actividades que decorreram na tarde de ontem.

O autarca referiu ainda que a escola tem um projecto que merece ter sequência, pretendendo acabar com o que designou por “factores de especulação” relativamente a um hipotético encerramento da EB 2,3 Frei Caetano Brandão. “Esta amostra que aqui vimos é apenas uma pequena parte do trabalho que esta escola- os seus professores, associações de pais e toda a comunidade educativa - tem desenvolvido em prol de uma comunidade de uma forma muito particular”, afirma o autarca referindo-se ao papel de inclusão que o estabelecimento de ensino desempenha ao fazer a ligação com a malha urbana e ao acolher projectos de grande relevância para determinados públicos escolares, como é o caso dos alunos Cegos e com Baixa Visão, destacando-se ainda no ensino articulado da música e da dança.

“Uma escola destas só podia encerrar se houvesse um consenso absolutamente generalizado quanto a essa decisão entre todos os agentes. E isso teria de assentar em razões muito objectivas. Todos nos devemos mobilizar para valorizar o que de positivo esta escola dá a Braga e a esta comunidade em vez de, sistematicamente, tentarmos valorizar aquilo que não é importante”, prossegue o autarca.

António Pereira, presidente do Agrupamento de Escolas de Maximinos mostrou-se satisfeito pelo facto das duas escolas do serem alvo de intervenções. “O nosso projecto faz sentido como um todo, e não apenas com algumas das partes”, diz o dirigente escolar, felicitando o facto da autarquia contribuir para melhor as condições de trabalho da comunidade escolar.
Neste âmbito António Pereira destaca ainda o facto da autarquia ter resolvido o “impasse” relativamente à remoção do fibrocimento, decidindo, por conta própria, resolver uma questão que é da responsabilidade da tutela.

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