Alunos do Colégio João Paulo II treinam os gestos que salvam vidas

As Nossas Escolas

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Teresa M. Costa

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Foi no ginásio, divididos em grupos de dez, que 120 alunos do Colégio João Paulo II treinaram ontem os gestos com que podem vir a salvar vidas.
A ‘aula prática’ serviu para treinar os conhecimentos adquiridos, minutos antes, na acção de suporte básico de vida ministrada por 14 profissionais de saúde do Hospital de Braga aos alunos do 6.º e 9.º anos do Colégio João Paulo II.

Para Isabel, aluna do 6.º ano, pôr em prática até “é mais fácil do que parece”, mas “é preciso ter muito cuidado porque se não soubermos fazer bem podemos magoar mais a vítima e piorar a sua situação ou magoarmo-nos a nós” ressalvou ao ‘Correio do Minho’ depois de fazer as compressões torácicas e ventilação boca a boca no manequim trazido pela equipa do Hospital de Braga.

O desafio partiu do Colégio João Paulo II, no âmbito do projecto de Educação para a Saúde, já que o suporte básico de vida está incluído nos conteúdos programáticos do 6.º e 9.º anos, explicou Ana Luísa Fernandes, professora de Ciências Naturais, para quem “faz sentido ter um apoio especializado”, daí a parceria com o Hospital de Braga.

A coordenadora da Área Vida da Academia de Formação CUF, Cristina Almeida, lembra que a inclusão da formação em suporte básico de vida nos curriculos escolares foi uma luta dos profissionais de saúde. “Há muito que achamos que esta temática tem que ser obrigatória nos conteúdos programáticos” porque “o apoio que o cidadão pode dar pode ser vital para a vítima e para a taxa de sobrevivência” explica a profissional de saúde, que remete a temática para a saúde escolar.

Pontualmente, o Hospital de Braga aceita o convite para realizar estas acções de formação porque é mais uma forma de ser articular com a comunidade.
Para Cristina Almeida, é importante que os conhecimentos e o treino de suporte básico de vida sejam disseminados, mesmo a forma de pedir ajuda.
Enquanto as acções de formação forem pontuais, os resultados serão pouco evidentes, mas a coordenadora a Área Vida da Academia de Formação CUF acredita que “com este tipo de disseminação, os resultados serão excelentes” e defende que a sensibilização deve ser o mais precoce possível, no que toca ao saber pedir ajuda.

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