Economia está a dar sinais positivos

Economia

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Miguel Viana

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A economia portuguesa tem dado sinais de recuperação e o Ministério da Economia tem trabalhado para tem estado a trabalhar para melhorar esse crescimento.
A mensagem foi deixada ontem pelo ministro da Economia; Manuel Caldeira Cabral, na sessão de encerramento das Jornadas de Economia e Gestão da Universidade do Minho.
O governante, que abordou o tema ‘Portugal 2017/Reforçar Crescimento e Competitividade’ deu como exemplo os vários projectos desenvolvidos pelo Ministério da Economia. “Estamos a trabalhar em várias áreas como a simplificação, que reduz os custos de contexto, áreas como a inovação, em que temos programas como o ‘Startup Portugal, que aumentam as oportunidades para os jovens que querem ser empreendedores”, lembrou Caldeira Cabral.
O responsável pela pasta da economia defendeu, ainda, que os jovens têm uma palavra a dizer no desenvolvimento das empresas portuguesas. “Trago também uma mensagem de valorização do conhecimento, de valorização da aprendizagem e do contributo que podem ter para as empresas. Isto numa altura em que os números da economia portuguesa são positivos”.
Caldeira Cabral anunciou ainda que este ano foram também criados mais postos de trabalho.
“Felizmente os jovens que estão a acabar o curso vão entrar num mercado de trabalho mais positivo. Neste último ano houve uma criação de emprego recorde e queremos que essa criação de emprego continue, em particular no emprego jovem que foi o que mas cresceu. Queremos que os jovens tenham mais emprego e não tenham que emigrar”, defendeu Caldeira Cabral.
A descida do desemprego teve como razão a criação de mais 126 mil postos de trabalho “que fizeram baixar o desemprego, com oportunidades criadas em Portugal. Ha hoje muito mais oportunidades”, revelou o ministro da Economia.
A mensagem de esperança foi bem acolhida por parte dos estudantes. “Tivemos muitas empresas que fizeram entrevistas rápidas. Muitas dessas entrevistas resultaram mesmo em estágios de trabalho. Muitos contactos ainda vão ser feitos depois destas entrevistas rápidas. As empresas querem saber dos estudantes”, disse Abílio Rodrigues, presidente da direcção da Associação de Estudantes de Gestão da Universidade do Minho.
João Martins, presidente do Núcleo de Estudantes de Economia, esclareceu que “quando as coisas são organizadas em conjunto, os resultados notam-se”, referindo-s aos resultados positivos obtidos nas jornadas.
Veniamim Dyachenco, da organização das jornadas, fez também um balanço positivo do evento. “Tivemos mais de 60 entrevistas, entre empresas e alunos, que vão resultar em estágios profissionais. Demos um passo importante com estas jornadas”, disse o aluno.

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