Tudo afinado para o IV Festival de Guitarra de Braga

Braga

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Teresa M. Costa

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O 1.º concurso internacional de música de câmara com guitarra é uma das novidades da quarta edição do Festival de Guitarra de Braga, que arranca hoje e termina a 5 de Março com o recital de laureados. O Festival de Guitarra já conquistou o seu espaço na agenda cultural de Braga e tem o seu público fiel que, com esta iniciativa, tem “ainda mais motivos para visitar Braga” afirmou ontem a vereador da Cultura do município bracarense, Lídia Dias.

A responsável pelo pelouro da Cultura, que falava na apresentação do IV Festival de Guitarra de Braga, realçou o crescimento exponencial da iniciativa, este ano reforçado pela inovação e pela qualidade dos intervenientes, o que justificou o incremento do investimento, nomeadamente no concurso.

O director artístico do festival, Vítor Gandarela, destaca a vertente internacional do concurso de música de câmara com guitarra cujo júri é presidido pelo músico Tilman Hoppstock.
Além da qualidade, Vítor Gandarela destaca o pioneirismo já que não há nenhum concurso deste género em Portugal, referiu ontem na apresentação, que decorreu no Conservatório Calouste Gulbenkian, entidade parceira do festival.

O concurso, que decorrerá nos dias 4 e 5 de Março, conta com 12 grupos inscritos, num total de cerca de 60 pessoas, que incluem alunos de vários pontos de Portugal, mas também italianos, franceses, espanhóis e polacos. Há duas categorias de prémios.

Da programação, o director artístico realça a “excelência dos concertos”, incluindo o de guitarra a solo de Tilman Hoppstock, agendado para 2 de Março.
O músico alemão é também o professor da Masterclass que decorrerá no dia 3 de Março, entre as 9 e as 19 horas e que já tem seis inscritos num máximo de oito.

A directora do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Ana Maria Caldeira, assume a importância deste tipo de iniciativas, que tem também uma componente pedagógica, para o Conservatório e elogia a parceria que “neste momento existe no município de Braga, através do pelouro da Cultura”.
Ana Maria Caldeira faz uma avaliação “extremamente positiva”, o que justifica a quarta edição do festival, e realça que a vertente pedagógica é importante para professores e alunos, tratando-se de “um projecto transversal que desenvolve muitos saberes e competências”.

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