Hiperobjetos, Supersujeitos e Mega-epistemologia

Ideias

Timothy Morton vem argumentando, desde o início da década em curso, que o moderno conceito de “objeto” (e o seu eterno par: “sujeito”) não possui densidade epistémica suficiente para nos permitir a compreensão de fenómenos tão complexos quando desafiantes para o nosso modo de existir, como os de Capitalismo (qua sistema de produção e consumo), aquecimento global ou Antropoceno (a espécie humana a atuar como uma força geológica). Segundo o filósofo britânico, que tem vindo a tornar-se cada vez mais influente no “mercado de ideias” global, em especial depois de ter publicado Ecology without Nature (2007), considerada já uma obra de referência da chamada “ecologia sombria” (dark ecology), seria melhor designá-los “hiperobjetos”, na medida em que, apesar de nós podermos ter deles experiência (sempre apenas de partes suas, claro), tipicamente com o auxílio de representações (dados científicos), nunca seremos capazes de os...

Tempo

Classificados

Edição Impressa (CM)

Edição Impressa (MF)

Newsletter

subscrição de newsletter

mapa do site

2008 © todos os direitos reservados ARCADA NOVA - comunicação, marketing e publicidade, S.A. | concept by: Cápsula - soluções multimédia